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Resenha - As Live as It Gets - Blaze

Por
Postado em 03 de julho de 2003

Nota: 9 starstarstarstarstarstarstarstarstar

Se fosse feita uma lista dos músicos mais criticados no heavy metal e hard rock, certamente Blaze Bayley estaria no mínimo entre os dez mais. O ex-vocalista do Wolfsbane foi do céu ao inferno entre 1993 e 1998, período em que substituiu Bruce Dickinson na Donzela De Ferro (Iron Maiden para quem não sabe). Dois cd’s se seguiram: "X-Factor" e "Virtual XI" e uma coletânea "Best of the Beast". Muitos aprovaram Blaze, mas as críticas foram inevitáveis. Todos os críticos voltaram sua fúria contra o vocalista, esquecendo que o Iron passou por uma das suas fases mais pobres a nível de criatividade. Solução encontrada: Blaze sai em 1998, após uma turnê sul-americana (aonde ocorreram diversos contratempos, como o cancelamento de um show em Campinas - São Paulo - que terminou em confusão e um show tumultuado no Rio, com direito a objetos atirados em Janick Gers) e o retorno de Bruce Dickinson, trazendo a tiracolo Adrian Smith. O Iron não fez um cd tão poderoso assim ("Brave New World") , mas se recuperou dignamente, e Blaze se viu só, para começar algo novo... que futuro este rapaz teria?

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Um futuro brilhante: Blaze formou uma banda solo, e lançou seu "debut" "Silicon Messiah". Com a experiência adquirida nos anos de Iron, Blaze procurou moldar um som no qual pudesse encaixar sua voz. E o fez competentemente. Seu segundo cd "Tenth Dimension" continuou a trajetória de sucesso, transformando muitos de seus críticos em seus fãs. Finalmente ele conseguia mostrar seu talento, que já existia na época da Donzela, mas que por motivos que só Steve Harris sabe, ficou oculto.

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A turnê de "Tenth Dimension" foi realmente um grande sucesso para Blaze, que tocou em diversos festivais europeus (com bela recepção), passando inclusive pelo Brasil, aonde o mesmo foi ovacionado por muitos, embora os shows não tenham estado cheios. "As Live as It Gets" é um registro desta turnê. E as coisas começam a velociade da luz, com a poderosa "Speed of Light", seguida de "When Two Worlds Collide" e "Steel" do Wolfsbane, que mostram que Blaze não esqueceu daonde veio. O "Set" é calcado em músicas dos cd’s de Blaze e algumas do Maiden.

De sua carreira solo podemos destacar a speed "Kill and Destroy" as excelentes "Ghost in the Machine" e "Born as a Stranger" e as cadenciadas "End Dream" e "Stare at the Sun" além das melódicas "Silicon Messiah" e "The Brave". Blaze e banda ainda aprontam numa excelente e inusitada versão para "Dazed and Cofused" do Led Zeppelin, que fora gravada para o tributo "The Music Remains the Same" e cuja versão ao vivo ficou matadora.

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Do Iron Maiden Blaze inteligentemente escolheu músicas muito interessantes: a nunca tocada "Vírus" (que ficou muito pesada com os novos arranjos), o sucesso "Futureal" e a excelente "Sign of The Cross" (com direito a todas as partes orquestradas), que Bruce interpretou de maneira excepcionalmente fiel no cd ao vivo "Rock in Rio" do Iron Maiden. A pesadíssima "Tenth Dimension" fecha o cd, que mostra um grande show, nos permitindo concluir que Blaze e banda são ótimos de performance ao vivo.

A banda é muito talentosa, com destaque para os guitarristas John Slater e Steve Wray, sem falar do versátil baixista Rob Naylor, que toca sons próprios e reproduz com personalidade o baixo galopante de Mr. Steve Harris, além da batera precisa de Jeff Singer, que deixaria a banda logo em seguida. Um grande cd, que merece rapidamente uma versão nacional.

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Blaze provou para todos que sair do Iron Maiden foi a melhor coisa que poderia ter acontecido para sua carreira, e merece os créditos de um trabalho bem feito. Pode conferir sem medo.

Lançado pela SPV/Stealhammer em 2003.

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Sobre Rafael Carnovale

Nascido em 1974, atualmente funcionário público do estado do Rio de Janeiro, fã de punk rock, heavy metal, hard-core e da boa música. Curte tantas bandas e estilos que ainda não consegue fazer um TOP10 que dure mais de 10 minutos. Na Whiplash desde 2001, segue escrevendo alguns desatinos que alguns lêem, outros não... mas fazer o que?
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