Resenha - Mechanical Warfare - Jag Panzer
Por Alexandre Freitas de Avelar
Postado em 29 de novembro de 2002
OK, o Jag Panzer nunca passou de uma banda mediana (para não dizer medíocre), cujos álbuns (alguns lançados no Brasil)nunca despertaram grande interesse, a não ser aos fãs mais empolgados com o heavy tradicional da banda.
Só que os caras, finalmente, resolveram "dar uma caprichada", não só na parte gráfica, milhões de vezes superior à dos álbuns anteriores, mas principalmente nas composições, que mostram uma banda muito mais coesa e amadurecida, e na produção, que desta feita deixou os "backing vocals" com a sonoridade certa, as guitarras bem colocadas, corais e arranjos sinfônicos bem discretos, e muito mais peso, sem no entanto fugir da proposta da banda de executar um heavy bem tradicional, porém sem soar como as bandas dos anos 80.
É claro que ainda falta alguma coisa pra se chegar ao nível de um Iced Earth, por exemplo, e também não se pode negar que o vocalista Harry Conklin canta de uma forma um pouco difícil de assimilar, e que causa estranheza em uma primeira audição. Deve-se ressaltar também que a banda passa uma impressão de estar tocando para si mesma, sem fazer questão de tornar o som mais acessível ao público que curte, por exemplo, um power metal melódico.
Portanto, mesmo limitado ao heavy metal estritamente tradicional (ou clássico, tanto faz), o Jag Panzer conseguiu desta vez fazer um álbum realmente convincente, bem tocado e bem produzido, que nunca soa repetitivo ou chato, e que soa melhor a cada audição.
Enfim, trata-se de um CD altamente recomendado aos fãs de Judas Priest, Saxon, Iron Maiden, Hammerfall e Iced Earth.
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