Resenha - Crucible - Halford
Por André Toral
Postado em 16 de novembro de 2002
Nota: 8 ![]()
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É imensurável a satisfação de ver e ouvir Rob Halford, o "Metal God", no mundo do metal novamente, o que iniciou-se com "Ressurrection", e agora tem continuidade com "Crucible". O "careca" é, com toda a certeza, a maior e mais representativa figura do heavy metal atual, e o Judas Priest parece que vem carecendo disso, uma vez que os novos rumos tomados em "Demolition" foram um fiasco, e não é novidade que o Judas vem vivendo puramente do passado em seus shows.
"Crucible", em relação ao seu antecessor, "Ressurection", se diferencia no que diz respeito a melodia, uma vez que apresenta menos vocais melódicos e agudos, bem como solos na mesma linha. Em contrapartida, está mais pesado, incluindo, também, algumas passagens mais modernas no som, além de pitadas thrash. A grade verdade é que "Ressurection" continha um heavy metal mais voltado para Judas Priest, enquanto "Crucible" explora mais a linha de "War of Words" do saudoso "Fight".
Instrumentalmente falando, o "Halford" está impecável: um baterista monstruoso e destruidor, dupla de guitarristas da pesada e baixista coeso.
Tudo isso refletiu no som, e podemos ir ao delírio ao ouvirmos "Betrayal", um verdadeiro furacão metalico, "Hearts of Darkness" e sua levada oriental com melodia e fúria vocal do "metal god", a melancólica "Crystal", "Heretic" e suas passagens modernas, "Golgotha" (um clássico) com uma aceleração de andamento fascinante. Isso somente para citar algumas, mais ainda temos "Wrath of God" que lembra bastante "In to the Pit" do Fight (imagina!) e o clássico "Sun" e suas melodias obscuras.
De quebra, temos Roy Z (Tribe of Gypsies e Bruce Dickinson) compondo várias músicas e produzindo "Crucible", o que proporcionou um trabalho de primeira linha.
Resta dizer ao caro leitor fanático pelo "careca": não percam esta boa oportunidade de adquirir o material e comprovar uma verdadeira aula de heavy metal. Será fascinante.
Site Oficial: www.robhalford.com
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