Resenha - Dying for the World - WASP

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Por Rafael Carnovale
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Blackie Lawless é definitivamente um cara perseverante: perdeu pela segunda vez seu parceiro de banda Chris Holmes e ainda assim não desiste do WASP. Após dois ótimos cds, o rockeiro "Helldorado" e o mais heavy "The Unholy Terror", Blackie volta com este pesado "Dying for the World", cuja concepção de capa lembra muito o cd anterior, "Unholy Terror".

O som nos remete ao WASP conceitual de "Crimson Idol" e "Still Not Black Enough", com puro heavy oitentista, embalado por fortes coros e a voz inconfundível de Blackie. "Shadow Man", a primeira faixa, gruda logo de início por seu peso e por lembrar "Enter Sandman" do Metallica na sua introdução. Logo depois somos brindados com uma faixa tipicamente WASP, a rockeira "My Wicked Heart", aonde Blackie, auxiliado pelo competente baixista Mike Duda, dão um show a parte nos vocais.

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O cd realmente leva o ouvinte à mesma atmosfera pesada de "Crimsol Idol", com faixas fortes, como o heavy agressivo de "Hell for Eternity", a típica "Maideniana" "Revengeance", com duos de guitarra muito bem colocados, e mais uma faixa influenciada por Iron Maiden, por sinal a melhor do cd, a cativante "Stone Cold Killers", aonde refrão marcante, guitarras pesadas e bateria agressiva combinam para que saia mais um clássico da banda.

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Blackie está definitivamente bem inspirado, falando sobre assassinos, maldade, e histórias de terror. Uma agressividade que ficou contida desde o cd "Helldorado", apesar de ainda haver espaço para boas baladas, como "Hallowed Ground" e "Trail of Tears".

Blackie Lawless está escorado por uma boa banda, com Mike Duda no baixo, Frankie Banali na bateria e Darrel Roberts na guitarra, nos brindando com mais um grande cd, que contém de tudo um pouco que o WASP já fez, e continua fazendo. Altamente recomendável para fãs de bom heavy metal. Vale destacar também a excelente arte gráfica do encarte, um primor de trabalho.

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Lançado pela Metal-Is / Sanctuary Records.




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Sobre Rafael Carnovale

Nascido em 1974, atualmente funcionário público do estado do Rio de Janeiro, fã de punk rock, heavy metal, hard-core e da boa música. Curte tantas bandas e estilos que ainda não consegue fazer um TOP10 que dure mais de 10 minutos. Na Whiplash desde 2001, segue escrevendo alguns desatinos que alguns lêem, outros não... mas fazer o que?

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