Resenha - Flying Beyond The 9 - Byrd
Por Thiago Sarkis
Postado em 20 de julho de 2001
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
O virtuosismo de guitarristas é algo tão visto e saturado, que alguns estilos que trazem essa alta técnica perderam o sentido. Esse é o caso do neo-clássico, muitíssimo comentado e poucas vezes bem explorado. Existem dez "zilhões" de músicos dizendo incorporar esta vertente musical. De todos estes, você pode contar nos dedos aqueles que realmente fazem jus ao estilo. E nesta contagem manual, trate de incluir James Byrd.

"Flying Beyond The 9" não é o primeiro álbum neo-clássico deste guitarrista, mas é disparado o melhor, desde que ele adotou essa linha. Técnica perfeita, solos inacreditáveis, fraseado impressionante e notas muito bem escolhidas; estas são características pertinentes, que o próprio Yngwie Malmsteen já cansou de elogiar e destacar em James Byrd. Além dessas costumeiras qualidades, temos algo especial neste novo álbum. O surgimento de um grande compositor, com arranjos, orquestrações e composições reluzentes.
Ao seu lado, estão os não menos competentes Michael Flatters (ex-Heir Apparent, atual Takara) e Brian Hutchinson. O primeiro é destaque absoluto, mostrando um vocal acima de qualquer suspeita; técnico e cheio de feelin’, com variações brilhantes entre vocalizações suaves e mais pesadas. O segundo é o principal aliado de Byrd, como ‘engenheiro’ do disco e principal instrumentista, tendo atuação primordial nos teclados, baixo e bateria.
O som pode ser descrito como uma mistura de Queen, Kansas, Savatage e Yngwie J. Malmsteen. E é nas características do último artista citado que se encontra o maior problema das músicas. Todas são excelentes, bem feitas e construídas, mas têm momentos muito presos às influências Malmsteenianas. Por vezes falta um pouco de originalidade.
Para quem curte neo-clássico (em seu real sentido) e guitarristas virtuosos, é um disco indispensável. Para aqueles que admiram as bandas citadas no parágrafo anterior, é apenas uma boa pedida.
Site Oficial – http://www.jamesbyrd.com
James Byrd (Guitarras & Backing Vocals)
Michael James Flatters (Vocais & Backing Vocals)
Brian Hutchinson (Teclados, Baixo, Bateria & Backing Vocals)
Material cedido por:
Lion Music - http://www.lionmusic.com
Box 19
Godby 22 411
Aland
FINLAND
Email: [email protected]
Fax - 35818 41551
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Kiko Loureiro respeita muito Tony Iommi, mas acha que guitarrista do Black Sabbath é "quadrado"
A reação de Dirk Verbeuren ao anúncio do fim do Megadeth
Morphine anuncia álbum inédito 26 anos após seu fim
James Hetfield revela sua maior influência como guitarrista de metal: "É o mestre dos riffs"
Brasileira conta como está sendo o primeiro ano como vocalista do Battle Beast
Curitiba ganha "Cidade do Rock" e recebe festival com gigantes do rock nacional anos 1980
A música que fracassou em inglês e virou um hit nacional dos anos 1960
Como "Leave Home", dos Ramones, mudou a vida do guitarrista Marty Friedman
Como John Petrucci tenta manter a rotina de treinos durante as turnês do Dream Theater
Rock in Rio quer o nome do rock, mas não seu compromisso
O grande clássico do Metallica em que Kirk Hammett não tocou uma única nota
Lars Ulrich revela ter perdido a virgindade com ajuda de Dave Mustaine
Jeff Scott Soto não ligava muito para o Iron Maiden até ouvir "The Number of the Beast"
Shows que vão agitar São Paulo no segundo semestre de 2026.
A lei imposta por facção criminosa que o corajoso Kiko Loureiro desafiou para gravar álbum
A diferença entre discurso do rock e sertanejos como Gusttavo Lima, segundo Samuel Rosa
Ramones: do início ao triste fim, a história da maior banda de Punk de todos os tempos

Animals (1977) - quando o Pink FLoyd resolveu chamar todo mundo de bicho
Carach Angren - Sangue, mar e condenação no Holandês Voador
Moonspell - A grandiosidade do Heavy Metal e da música erudita em "Opus Diabolicum"
Resenha: "Hard-Fi" - Rosa Tattooada (2026)
Depois da ressurreição, Marilyn Manson declara vingança em novo álbum
O álbum pesado e melancólico do Soilwork que ajudou a salvar a minha vida



