Resenha - Inside - Orphanage
Por Thiago Sarkis
Postado em 22 de outubro de 2000
Nota: 2 ![]()
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O Orphanage me deixa sempre com muitas dúvidas. Na verdade, 99% dessas questões que vêm à minha mente se relacionam ao suposto objetivo do grupo, que ainda não entendi, mesmo depois de ouvir vários álbuns. Eles misturam vocais de death, com vocais femininos meio góticos, ‘angelicais’, com teclados cheios de clima, ao maior estilo doom, riffs de guitarra nada criativos e composições que variam de péssimas a quase interessantes. No fim, o que eles conseguem passar é um tremendo vazio.

Em alguns momentos, dá para lembrar parcialmente de Fear Factory. O parcialmente fica por conta do baterista, que consegue simplesmente desaparecer em quase todas as faixas. Logo, imagine um Fear Factory praticamente sem baterista. É assim que eles soam em alguns momentos.
Quando esses holandeses partem para o doom até que não saem tão mal. Daí veio a expressão "quase interessantes" que usei. Guus Eikens cria uns climas diferentes nos teclados e quando acompanhado pela bela Rosan van der Aa consegue fazer a música do Orphanage ficar um pouco mais interessante. E esse é o ponto ‘forte’ deste álbum.
A coisa fica preta mesmo é na hora que eles resolvem ficar mais brutais e partem para o death. Haja paciência. É um show de incompetência e incapacidade técnica. Cada um pior que o outro. Um baterista ausente, um baixista inexistente, riffs nada criativos e aquele lance do vocal variando entre ‘angelical e brutal’... aquela coisa mais clichê e chata.
Só para finalizar. No encarte, George Oosthoek está creditado APENAS por "grunts and screams", ou seja, "grunhidos e gritos, berros". É isso que ele faz na banda. Só com isso já dá para ter uma idéia a mentalidade e o conseqüente resultado que está presente neste escabroso "Inside".
Material cedido por:
Nuclear Blast – http://www.nuclearblast.de
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