Resenha - Clayman - In Flames

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Por Rodrigo Simas
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Nota: 9


Uma das maiores bandas do que pode ser chamado de death metal melódico (pois realmente é a mistura perfeita entre o death e o heavy tradicional com muita melodia), volta a cena com o poderoso Clayman.

Agora contando com a formação estabilizada com Anders Friden nos vocais, Jesper Stromblad e Bjorn Gelotte nas guitarras, Peter Iwers no baixo e Daniel Svensson na bateria o In Flames continua com o novo CD sendo uma evolução natural do anterior, o também excelente Colony.

Não houve grande mudança no som, ou seja, continua muito pesado, com guitarras inspiradíssimas, cozinha demolidora e precisa, sem deixar de lado a melodia nem as características Death, como os vocais, que estão bastante agressivos, como na faixa que da nome ao álbum, Clayman, e na ótima ...As the Future Repeats Today. Além disso vale notar que Anders Friden melhora a cada disco, sabendo utilizar todas variações de sua voz, com seu vocal nas partes mais Death ficando ainda mais agressivo, enquanto que experimentando outras melodias para as partes mais leves e cantando bem mais limpo em alguns trechos e até em alguns refrãos.

Mais uma vez Jesper assume todas composições junto com Gelotte e de novo prova ser um grande compositor. Destaques nas músicas são muitos, mas tente ouvir Pinball Map ( com certeza uma das mais pesadas que o In Flames já gravou ), e ficar com o pescoço parado, ou a maravilhosa Square Nothing, que começa bem lenta para entrada do que parece ser uma bomba na sua cabeça, ou até mesmo a melodiosa (não menos pesada) Swim.

Com tantas bandas imitando o estilo do In Flames hoje em dia é bom ver que eles continuam superiores que suas cópias sem perder sua identidade e melhorando em cada novo lançamento.

Participação especial de Chris Ammot (Arch Enemy) no solo de Suburban Me. A edição limitada vem com a capa em 3D, uma faixa bonus (World of Promises, que é uma cover e tem um refrão muito "grudento", no bom sentido) e uma proteção de tela para computador.


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Sobre Rodrigo Simas

Designer, carioca e tricolor. Começou a ouvir música aos 11 anos, com Iron Maiden, Metallica e Rush. Tem como hobby quase profissional, a música. Além de produzir shows e eventos, trabalhou por 5 anos em loja especializada em Heavy Metal, e já escreveu para alguns sites e revistas de música. Hoje escuta de tudo um pouco, e cada vez mais descobre que existem apenas dois tipos de música: a boa e a ruim, independente do estilo. Bandas e artistas favoritos: Dave Matthews Band, Peter Gabriel, Rush, Iron Maiden, Led Zeppelin, Ben Harper, Radiohead, System of a Down... e a lista continua...

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