Resenha - Urban Hymns - Verve
Por Karina Kosicki Bellotti
Postado em 18 de dezembro de 1999
Nota: 10 ![]()
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Lançado em 1998, Urban Hymns converteu-se não somente no instrumento de consagração para a volta do Verve, uma das promessas do rock britânico do início dos 90, mas também encabeçou várias listas de melhores discos de 98 (e da década de 90). A banda se foi no início desse ano de 1999, após diversos problemas internos, mas o disco ficou.

Nesse disco, destaca-se o talento de Richard Ashcroft, vocalista, letrista e principal compositor. Ele quer nos convencer, desde o primeiro segundo do álbum, a viajar para uma manhã aveludada (Velvet Morning), em que os sons etéreos ecoam por uma amplidão infinita.
Sutis arranjos pontuam a paisagem de salgueiros chorões (Weeping Willow) e borboletas (Catching Butterflies); e por todo espaço / tempo (Time and Space) só se ouvem Sonetos (Sonnet) e uma Bitter Sweet Symphony, entonada pela verve poética do bardo Ashcroft, o homem sortudo (Lucky man) que percebeu o quanto as drogas não funcionam (Drugs don’t work).
Sorte a nossa!
Nota : 10 com louvor.
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