Resenha - Tales Of A Holy Quest - Storyteller
Por Fernando De Santis
Postado em 13 de outubro de 2004
Nota: 7 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Fazendo um metal melódico, com aqueles refrões em coro, a banda sueca The Storyteller coloca no mercado seu terceiro álbum, intitulado "Tales Of A Holy Quest". Formado por L-G Person (vocal e baixo), Fedrik Groth (guitarra), Jacob Wennerqvist (guitarra) e Martin Hjerp (bateria), The Storyteller não tem como ponto forte a originalidade e acaba fazendo um som genérico a muitas bandas já consagradas.

"Voices From The Past" é a tradicional introdução instrumental que já é emendada a power "Seed Of Lies". O instrumental lembra um pouco Rhapsody, porém, mais enxuto e com menos elementos. O refrão segue a fórmula de coros vocais e nessa faixa em questão, soa interessante. "Words Out Of Greed" é um dos pontos altos do álbum, com bases rápidas, a banda capricha nos riffs e os duetos de solos de guitarra são empolgantes. "The Mass" começa com cara de balada, apenas com violão, bateria e vocal e ao atingir o refrão pela segunda vez, entra a guitarra fazendo a base power. Sem dúvida, essa é a composição que eles mais capricharam, o refrão é muito bonito e marcante e a banda soube aproveita-lo muito bem, fazendo um final épico com coros vocais.
"Blinded Eyes" é mais uma das faixas de power melódico que passam desapercebidas no álbum, sem trazer nada de novo. "When All Hope Has Faded" é a balada do disco, que conta apenas com o vocal de L-G Person mais "comportado" e com um violão fazendo uma base simples. "Trails Of Blood" é uma música longa, que começa com uma melodia de flauta que se transforma num riff de guitarra. L-G é o integrante de maior destaque, talvez por ter um vocal mais peculiar, não soando como outros vocalistas. Ele também não soa exagerado, o que é um ponto positivo, não deixando a voz cansativa. O álbum é encerrado com uma espécie de vinheta, chamada "...and Still They Speak".
"Tales Of A Holy Quest", da banda The Storyteller, é um bom disco, mas não é melhor e nem original em relação aos álbuns do Blind Guardian, Hammerfall e outros. Se você é muito fanático pelo estilo, vale a pena conferir, senão, fique com os discos das bandas já conhecidas e consagradas, pois não estará perdendo nada.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Falece Barry Mitchell, ex-baixista do Queen
Children of Bodom é anunciado como atração do Summer Breeze 2027
A banda que Angus Young chamou de "Led Zeppelin de pobre"
Paul McCartney elege os 3 maiores bateristas do rock de todos os tempos
Foo Fighters abrirá show do AC/DC logo após o Rock in Rio
Festival The Town confirma datas para a edição 2027
A diferença que existe entre Metallica e Slayer, segundo Kerry King
Slash tem seu nome eternizado em nova espécie de cobra; "honrado e emocionado"
Papangu aparece na lista de melhores discos de 2026 da Metal Hammer
Accept procurou Udo Dirkschneider para o disco de 50 anos e não obteve resposta
Kiss lança álbum ao vivo gravado durante a turnê de "Destroyer"
O lendário rockstar que já foi babá do ator Keanu Reeves
De Black Sabbath a Babymetal, 50 músicas que formam a playlist definitiva do heavy metal
As cinco músicas eternas que completaram 60 anos, segundo Regis Tadeu
Elton John lista e comenta suas músicas preferidas de todos os tempos
Humberto Gessinger usava recurso teatral para ofender outras bandas como forma de elogio
O hit de Bob Dylan que John Lennon odiava: "Ele cantando chega e ser patético!"



Kinetic Orbital Strike despeja treze bombas punk/crust destruidoras
Ürütaü - Trabalho de estreia, qualidade de veteranos
A Magia Ancestral do Green Lung: O Impacto Monumental de "Woodland Rites"
Resenha - Skylab VI - Cadê Meu… Álbum?
Os 50 anos de "Journey To The Centre of The Earth", de Rick Wakeman
Guns N' Roses: o último grande álbum de rock feito a mão



