Resenha - Symbol of Life - Paradise Lost

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Por Sílvio Costa
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Depois de dois álbuns orientados para um som mais próximo do pop gótico que propriamente para o gothic metal que eles ajudaram a criar, o Paradise Lost promove um pequeno retorno às raízes com este Symbol of Life. Antes de mais nada, não confie na propaganda. É exagero dizer que este disco é "o sucessor de Draconian Times". Claro que isto é jogada de marketing, afinal de contas, mais de meia década separa os dois discos. O fato é que temos aqui um Paradise Lost renovado, fazendo um som tremendamente interessante e agradável.

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O disco começa com a poderosa "Isolate", com um ritmo que fica martelando na cabeça por horas e com vocais agressivos de Nick Holmes. Na seqüência, outra candidata a clássico da banda, com direito a intervenções de vocais femininos, como nos velhos tempos. "Erased" é, sem dúvida, uma das melhores músicas do Paradise Lost em muitos anos. Músicas que alternam letras depressivas e instrumental que mistura com perfeição as boas idéias presentes no Host (de 1999) e Believe in Nothing (2000) dão a tônica do restante do disco. Impossível não destacar as maravilhosas "No Celebration" e "Self-Obsessed".

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Quem gostou dos dois últimos discos do Paradise Lost não vai se decepcionar. Quem achou que a banda passou a ser frequentadora assídua de raves após o lançamento de One Second vai continuar pensando mais ou menos a mesma coisa. O fato é que o Paradise Lost ainda está vivo e ainda faz um som de qualidade e de extremo bom gosto, não importando muito em que sub-estilo ele irá se encaixar.

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Sobre Sílvio Costa

Formado em Direito e tentando novos caminhos agora no curso de História, Sílvio Costa é fanzineiro desde 1994. Começou a colaborar com o Whiplash postando reviews como usuário, mas com o tempo foi tomando gosto por escrever e espera um dia aprender como se faz isso. Já colaborou com algumas revistas e sites especializados em rock e heavy metal, mas tem o Whiplash no coração (sem demagogia, mas quem sabe assim o JPA me manda mais promos...). Amante de heavy metal há 15 anos, gosta de ser qualificado como eclético, mesmo que isto signifique ter que ouvir um pouco de Poison para diminuir o zumbido no ouvido depois de altas doses de metal extremo.

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