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Buzzcocks

Por Vanessa Felipetto
Postado em 06 de abril de 2006

Falar bem de Buzzcocks é redundância. Originários de Manchester, os Buzzcocks são integrantes da primeira onda punk em 77, na Inglaterra, juntamente com os Sex Pistols e The Clash, porém com uma proposta musical dissociada da política. O que eles queriam mesmo era farra, e conseqüentemente, falar de desencontros e encontros amorosos como ninguém. É também considerada a primeira banda a lançar o primeiro selo próprio, o "New Hormones".

Lançam dois álbuns em 78, o "Another music in a different kitchen" e o "Love Bites". O primeiro já nascia com clássicos como "I don’t mind", "Autonomy", "16", "Fast cars", e outras. O "Love Bites" trazia marcas registradas como "Ever fallen in Love (with someone you shouldn’t’ve)", e outras como "Real world", "E.S.P", "Nothing left", e "Just lust", que integraria o futuro "Singles going steady". Em 79, lançam "A different kind of tension" com pérolas "buzzcocknianas" como "You say you don’t love me", "I don’t know what to do with my life" e "I believe" e ainda em 79, lançam o clássico dos clássicos, o "Singles going steady", uma coletânea, porém, apenas com 4 músicas de álbuns anteriores.

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No início de 80, quando já estavam bem reconhecidos, param, mas retornam no final de 80 com o álbum "Many Parts". Lançam ainda uma coletânea em 91, o "Operator’s Manual", e o "Trade Test Transmissions", de 1993. Em 1996, viria o "All Set", e em 99 o "Modern".

Firme, forte e honesto até hoje, os Buzzcocks lançam em 2003 o álbum intitulado apenas "Buzzcocks", com Shelley assinando 7 músicas (duas delas com Howard Devoto, vocalista da formação original dos Buzzcocks, mas que logo saiu, deixando espaço livre para Shelley, que assumiria de vez os vocais e a guitarra), e Diggle assinando 5 delas. O álbum foi lançado pela Merge Records e trazido ao Brasil pela Trama. O álbum abre com "Jerk", com solos bem agudos, marca registrada dos Buzzcocks, "Wake up call", com contrabaixo bem trabalhado, "Friends" que é muito semelhante à "19th nervous breakdown" dos Stones, a bela "Sick city Sometimes" cantada por Steve Diggle, "Certain move", a regravação "Lester Sands", "Up for the crack", e a fantástica "Useless", com "solinhos" que não saem da cabeça. Destaque maior para as já citadas "Friends", "Sick city Sometimes" e "Useless". Na letra de "Jerk", percebe-se que o Buzzcocks do início ainda está lá, com a mesma inspiração nas letras e na musicalidade.

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Os Buzzcocks já aportaram pelo Brasil algumas vezes, sendo a última delas em 2001. Talvez em 2004 apareçam por aqui para mostrar o novo trabalho. Obviamente, o álbum não é lá um "Singles going Steady", mas isso realmente não importa, mesmo porque voltar às raízes e soar como novo não é fácil, mas também não é impossível para os Buzzcocks, que mostram muita vitalidade, energia e muito bom gosto neste álbum. E viva os Reis!!!

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