Duca Leindecker: apresentando Baixar Armas no Opinião
Resenha - Duca Leindecker (Opinião, Porto Alegre, 05/07/2018)
Por Karen Waleria
Postado em 13 de julho de 2018
Por Marcele Lobo Nadalon
No dia 05 de julho, foi a vez do Bar Opinião, em Porto Alegre, receber o cantor e compositor gaúcho, Duca Leindecker, que apresentou o seu mais recente trabalho de estúdio. O álbum intitulado "Baixar Armas" foi lançado nas lojas e serviços de streaming no início do corrente ano.
Conforme Duca, este álbum é um convite à reflexão sobre a epidemia de ódio e de intolerância que assolou o Brasil nos últimos anos. No setlist, também não faltaram sucessos da CIDADÃO QUEM, trabalho que realizou juntamente com seu irmão, Luciano Leindecker, e POUCA VOGAL, trabalho que realizou juntamente com Humberto Gessinger (ENGENHEIROS DO HAWAII).
O show teve início às 22h15; o pequeno atraso passou despercebido. Duca (guitarra, violão e piano), acompanhado de Claudio Mattos (bateria), Maurício Chaise (guitarra) e Igor Conrad (baixo), iniciaram o show com a canção que dá nome a sua tour "Baixar Armas", seguida de "Certeiro".
Antes de dar início à próxima canção, Duca dá boa noite a Porto Alegre e fala um pouco sobre o seu novo trabalho. E diz que não deixaria de tocar algumas ou muitas músicas dos outros discos e começa a cantar "Dia Especial", onde o público, cerca de 600 pessoas, cantaram e vibraram junto.
A sétima música, "Menina", é dedicada à sua filha Laura, de 2 anos de idade. Duca toca piano e emociona a todos com uma letra de grande sensibilidade e muito amor.
Impossível não citar "Os segundos", "Um dia / Tententender", "Girassóis" (música de Marcelo Truda), "Música inédita" e "O amanhã colorido", foram canções que fizeram e ainda fazem sucesso e levaram o público a cantar em uníssono, no tom mais alto que conseguiram alcançar. Foi lindo de ver e ouvir!
Em "Até aqui" Duca comenta que a música que tem muito a ver com o seu irmão Luciano e também cita o fato do Opinião ser um lugar que traz à memória a Cidadão Quem. A belíssima canção foi uma grande homenagem ao seu irmão. Para quem não se recorda, Luciano Leindecker, ex-baixista e companheiro de banda, morreu em novembro de 2014 aos 42 anos, em decorrência de complicações de um câncer na medula óssea.
No bis, Duca apresentou a tão esperada "Pinhal", e encerrou o show repetindo "Dia Especial". Novamente a plateia cantou junto com o músico e ao final do hit o ovacionou.
Duca e a banda fizeram um show incrível. Foram 90 minutos onde o poeta passeou por três décadas da sua carreira.
Vida longa a Duca Leindeker!
Vida longa ao pop rock gaúcho!
Setlist:
Baixar Armas
Certeiro
Dia Especial
Eterno Agora
Mais Uma Pra garantir
Bossa
Menina
Ao Fim de Tudo
Os Segundos
Espinho e Flor
Música Inédita
Depois da Curva
Zumbis e Fadas
Girassóis
Até Aqui
Moinhos Gigantes
Um Dia / Tententender
Bis
Pinhal
Dia Especial
Agradecimentos a Opinião Produtora
Fotos: Marcelo Schmidt
https://www.facebook.com/marceloschmidt84
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



"Esse disco acabou com minha paixão pelo heavy metal": Sergio Martins revisita clássico
Bono elege o que o heavy metal produz de pior, mas admite; "pode haver exceções"
A pior música do pior disco do Iron Maiden, de acordo com o Heavy Consequence
BMTH e Amy Lee - "Era pra dar briga e deu parceria"
O disco do Black Sabbath considerado uma "atrocidade" pelo Heavy Consequence
Hulk Hogan - O lutador que tentou entrar para o Metallica e para os Rolling Stones
Angra faz postagem em apoio a Dee Snider, vocalista do Twisted Sister
Tony Dolan não se incomoda com a existência de três versões do Venom atualmente
Ozzy Osbourne ganha Boneco de Olinda em sua homenagem
Edu Falaschi posta teaser do novo álbum que encerrará trilogia de "Vera Cruz" e "El Dorado"
Por que "Wasted Years" é a pior faixa de "Somewhere in Time", segundo o Heavy Consequence
A música do Iron Maiden que "deveria ter sido extinta", segundo o Heavy Consequence
Líder do Arch Enemy já disse que banda com membros de vários países é "pior ideia"
Os 5 melhores álbuns do rock nacional dos anos 1980, segundo Sylvinho Blau Blau
Os cinco discos favoritos de Tom Morello, do Rage Against The Machine


III Festival Metal Beer, no Chile, contou com Destruction e Death To All
Dark Tranquillity - show extremamente técnico e homenagem a Tomas Lindberg marcam retorno
Cynic e Imperial Triumphant - a obra de arte musical do Cynic encanta São Paulo
Loseville Gringo Papi Tour fechou 2025 com euforia e nostalgia
O último grito na Fundição Progresso: Planet Hemp e o barulho que vira eternidade
Deicide e Kataklysm: invocando o próprio Satã no meio da pista


