Chris Riemenschneider do Star Tribune recentemente entrevistou o guitarrista original do KISS, Ace Frehley. Trechos a seguir:
Star Tribune: Você acha ser uma troca justa fazer carreira solo? Digo, você não tem que colocar a maquiagem, mas também não toca em grandes lugares.
Ace: "Eu nem penso na maquiagem. Eu tirei a maquiagem em 2001, e eu realmente não planejo colocá-la de volta. Quanto ao público menor, geralmente os lugares menores têm acústica melhor e você está mais perto do público, mais intimista. Muitas vezes isso é muito mais divertido. Estou acostumado a tocar em arenas com um vão cheio de seguranças entre a banda e os fãs; sempre há essa distância. Nos lugares onde toco hoje, as pessoas podem me tocar. desde que elas não fiquem tão íntimas, entende? [risos]"
Star Tribune: Já faz mais de uma década desde que você está fazendo turnês solo. Como as coisas são diferentes agora?
Ace: "Pra mim, as coisas estão claramente melhores, pois estou limpo e sóbrio. Isso dá um gás diferente em tudo. É ótimo acordar sem estar de ressaca e não se lembrar do que fez na noite anterior. A vida parece estar ficando melhor a cada momento".
Star Tribune: Foi mais difícil ficar sóbrio quando você estava em turnê com o KISS?
Ace: "Não muito. Se eu estivesse me divertindo e todo mundo fazendo as coisas certas, eu talvez tivesse ficado. Mas acabou virando a mesma bagunça que me fez sair em '82. Tudo começou a acontecer novamente. Para mim, rock 'n' roll sempre deve ser divertido. Essa é a razão pela qual eu entrei nesse meio. Quando não é mais divertido, é hora de seguir em frente".
"Eu simplesmente tive que sair pois não era mais divertido e eu queria continuar minha carreira solo, a qual eu deixei em segundo plano quando voltei ao grupo em '96. Era hora. Estava batizada de turnê de despedida, e então virou turnê de reunião. Eles ainda fazem shows na Europa. Este não era o conceito que me foi apresentado quando eu voltei ao grupo".
Star Tribune: Como você se sente com eles fazendo turnê com o [ex-roadie] Tommy Thayer em seu lugar, com a mesma maquiagem?
Ace: "Eu realmente não penso sobre isso [risos], ou eu prefiro não pensar sobre isso. Eu não tenho controle sobre isso. Os fãs não parecem muito satisfeitos, eu acho. O que o KISS está fazendo agora me lembra o que velhos lutadores faziam antigamente ao voltar da aposentadoria, quando eles deveriam ter jogado a toalha. É o que parece pra mim agora. Está ficando constrangedor".
Star Tribune: O que podemos esperar ouvir em seu próximo disco?
Ace: "Tem uns rocks bem pesados, alguns instrumentais, algumas coisas mais calmas. É o som e composições clássicas do Ace Frehley. Eu acho que todo mundo vai acabar ficando agradavelmente surpreso. Eu não acredito que fazem uns quinze anos que soltei meu último disco solo".
Leia a entrevista completa no startribune.com.
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Nascido em 1987, descobri o rock and roll já cedo, aos 6 anos de idade, quando ouvi "I Don't Care About You" com o Guns N' Roses em algum momento de 1993. De lá pra cá minha paixão pela música pesada e, especialmente pelo Guns N' Roses (que estará para sempre marcado em minha pele, alma e coração) cresceu exponencialmente. Sebastian Bach me fez querer virar cantor e o resto é história. Produtor fonográfico, formado em Letras e professor. Tão diversificado quanto o Rock and Roll, essa é minha vida, esse é meu clube. =D
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