Epica & DragonForce: Farra e trilha de primeira no Rio de Janeiro

Resenha - Epica & DragonForce (Fundição Progresso, Rio de Janeiro, 06/03/2015)

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Por Marcelo Prudente
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Poucas coisas conseguem ser melhores do que a combinação de uma noite de sexta-feira, começo de mês com salário na mão, amigos e ótimos shows como trilha sonora da diversão, e foi dessa forma que o público carioca pôde saborear a noite da última sexta (06) quando o duo DragonForce e Epica garantiram a farra e o soundtrack de primeira.

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O esquenta da noite ficou por conta da banda convidada, os ingleses do DragonForce portando o estandarte de seu intenso e ultra veloz power metal. Por ser o ‘opening act’ da noite, a banda fora obrigada abreviar boa parte de seu repertório, mas sua breve estada no palco foi festejada e saudada pelos cariocas durante toda a apresentação.

Sabiamente, a banda – Marc Hudson (vocal); Herman Li (guitarra); Sam Totman (guitarra); Frédéric Leclercq (baixo); Gee Anzalone (bateria) e Vadim Pruzhanov (teclado) – se dispôs apresentar o mais recente álbum de estúdio, ‘Maximum Overload, intercalando com temas mais antigos, assim, canções do teor de “The Game” e “Symphony of the Night” encontraram perfeita sintonia em “Valley of the Dammed” e “Through the Fire and Flames”.

O porém – que também persistiu no espetáculo da atração principal – da apresentação dos ingleses foi reservado aos momentos que a equalização sonora cismava embolar a massa sonora que chegava ao público, o que dificultava o entendimento e, lógico, apreciação da canção.

Nem parece que já se passaram mais de uma década desde o lançamento do primeiro álbum dos holandeses do Epica, e foi nesse ínterim que, inteligentemente, a banda soube lapidar sua arte, absorvendo novas influências, mas mantenho sua identidade reconhecível para si mesma e, claro, para seu cativo público, que fez – e faz – questão prestigiar todos os seus feitos e sucessos.

A atração principal da festa da última sexta-feira deu pontapé com “The Second Stone” e sem direito a respiro e/ou gole d’água que “The Essence of Silence” mostrou que o peso e uma banda bem afiada seriam o tom da noite.

O atual Epica respira vitalidade e o brilho nos olhos é mais intenso desde entrada de Isaac Delahaye (guitarra e vocal); Ariën van Weesenbeek (bateria) e Rob van Der Loo (baixo) – completa a banda os veteranos Mark Jansen (guitarra e vocal); Simone Simons (vocal) e Coen Jassen (teclado) –, o que é, facilmente, perceptível nas apresentações ao vivo aonde ganharam acentuado peso, técnica e um quê a mais de: estamos nos divertindo a valer e estamos compartilhando isso com vocês, fãs.

Em quase duas horas de show, a banda conduziu, com maestria e elegância, o público ao supra-sumo de sua carreira, mesclando temas dos primórdios aos mais atuais, o que garantiu um ótimo equilíbrio à apresentação.

Citar essa ou aquela canção como destaque seria covardia, visto o aprumo da performance dos holandeses, com isso, temas como “Unleashed”; “Sensorium”; “Cry for the Moon”; “The Last Crusade”; “Sancta Terra”; “Unchain Utopia” e “Consign to Oblivion” tiveram suas respectivas relevâncias para o saldo positivo da festança.

Nada melhor que começar o final de semana com o pé direito, e graças às bandas DragonForce e Epica, o público carioca não pôde reclamar, afinal, ambas as bandas presentearam seus respectivos fãs com uma grande e excepcional festa.

Fotos: Alessandra Tolc

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Sobre Marcelo Prudente

Marcelo Prudente, 28 anos, nascido em Volta Redonda/Rio de Janeiro. É profissional da área de Comunicação, trabalha com Publicidade e Jornalismo. Começou a tomar gosto pela música quando criança por influência dos pais e tio. Louco pela carreira do velho madman, Ozzy Osbourne. Curte também Iron Maiden, Kiss, Rammstein, Rob Zombie, Alice Cooper, etc. E já perdeu a conta dos bons shows que já assistiu e dos ótimos discos que tem. Para mais informação: http://rockonstage.blogspot.com/. Long live to Rock n' Roll.

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