Gustavo Di Padua: Como foi o Workshop no Amapá
Resenha - Gustavo Di Padua (Centro de Convenções Azevedo Picanço, Macapá, 12/10/2013)
Por Bruno Blackened
Postado em 17 de outubro de 2013
Depois de Kiko Loureiro (ANGRA), Edu Ardanuy (DR. SIN) e Marcelo Barbosa (ALMAH), mais uma fera da guitarra aterrissou no Amapá: Gustavo Di Padua (ALMAH), que tem no currículo passagem por bandas como AQUARIA, GLORY OPERA e também um disco solo (The Stairs [2008]).
Quebrando limites e barreiras, o músico também já tocou com artistas como Maurício Matar, Sydnei Magal e Erasmo Carlos. Além desses trabalhos, Gustavo atua como produtor. Para saber mais, não deixe de conferir a entrevista com ele no Blog Olhar Alternativo e neste mesmo site.
A masterclass fez parte da programação Rock! Um Grito pela Vida, cujo objetivo foi arrecadar dinheiro e alimentos ao Instituto Joel Magalhães (IJOMA), que ajuda pessoas com câncer. No cast, além do workshop, ocorreram performances das bandas HIDRAH, VENNECY (que comemorou dois anos de formação) e um grupo de tributo a QUEEN, ANGRA e ANDRE MATOS.
Às 17:00h, Gustavo Di Padua sobe ao palco do Centro de Convenções Azevedo Picanço munido de sua Fender Stratocaster e fala algumas palavras inicias de agradecimento, emendando com uma música de seu disco solo. Na hora de tocar, Di Padua mostra feeling, pegada, energia e técnica. No quesito desempenho, mostra-se um grande entertainer.
Ainda na infância, Gustavo começou tocando flauta doce e depois passou a praticar no violão que pertencia ao pai. Com a ajuda de revistas de cifras, Di Padua começou a tirar suas primeiras músicas. Passar para a guitarra foi algo natural, segundo ele. Sobre a pirataria na indústria musical, Di Padua mantém um ponto de vista otimista: apesar dos fãs adquirirem grande parte do material pela internet, acredita que o fã tem vontade de comprar o disco, com encarte e tudo mais.
Sua entrada no ALMAH se deu por convite de Edu Falaschi. Ao discorrer sobre o assunto, mostrou-se satisfeito, tanto com suas bandas anteriores quanto com seus projetos atuais. Além de músico, Gustavo é produtor. Este trabalho surgiu pela necessidade de produzir seu próprio material, o que ajudou, e muito, a conseguir a sonoridade desejada às suas composições.
Pausa nas perguntas e o guitarrista apresenta a faixa Second Floor, de The Stairs. Após isso, ao ser questionado se já pensou em desistir de ser músico, Di Padua respondeu que não, que a música é a sua vida e seu orgulho e que, apesar das dificuldades (a principal, para ele, é a financeira), é gratificante e divertido. Os shows são tudo para o guitarrista, o palco é o lugar mais importante. A sensação de tocar para um público grande que gosta e acompanha o trabalho do artista ou banda é a "grande mágica" do show.
Com o tempo quase esgotando, Di Padua executa a última música do workshop, algo bem pesado e energético, completado por uma performance digna de um show completo. O tempo inteiro, o guitarrista foi atencioso, humilde e carismático, um exemplo para muitos músicos metidos a rockstars. Parabéns, Gustavo! Os metalheads amapaenses ficam no aguardo por sua volta com o ALMAH!
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Fãs esculacham o Metallica após discurso feito por James Hetfield em show
"Não dá para fazer uma lista de músicas do Judas Priest sem incluir 'Painkiller'", diz Ian Hill
A noite em que Noel Gallagher ouviu "a melhor música de sua vida"
Duff McKagan reflete sobre o dramático fim do Velvet Revolver
O que aconteceu no túmulo de Ozzy Osbourne que levou Kelly a uma prática milenar
A música do Venom inspirada em um dos grandes clássicos do Kiss
O rockstar que se gaba de ter Donald Trump e Elon Musk na agenda do telefone
O limite que João Gordo estabeleceu para se aposentar do Ratos de Porão: "Prefiro parar"
A música do Uriah Heep que David Byron recusou cantar e se tornou um clássico
A música do Dream Theater que "nasceu" depois que Mike Portnoy assistiu show do Pantera
Tony Iommi admite estar pensando cada vez mais na própria morte
Yngwie Malmsteen explica "não" a David Lee Roth e por que não trabalharia com Dio
Marty Friedman admite ter pisado na bola em saída do Megadeth
As duas bandas históricas que quase ficaram com João Gordo antes do Ratos de Porão
Por que o Rush passou a ensaiar os próprios erros antes de voltar aos palcos
Treta: Após Eddie Vedder detonar o Mötley Crüe, Nikki Sixx diz o que pensa do Pearl Jam
Regis Tadeu lista os cinco álbuns essenciais para quem gosta de música
Church of Satan: "A maioria dos músicos de Black Metal são cristãos"



Como uma música de 23 minutos me fez viajar 500 km para ver uma das bandas da minha vida
Metallica: Quem viu pela TV viu um show completamente diferente



