Accept: Porto Alegre agradece pelo excelente show
Resenha - Accept (Bar Opinião, Porto Alegre, 07/04/2013)
Por Rafael Lescano
Postado em 11 de abril de 2013
Depois de tanta expectativa, era chegada a hora de ver o Accept: no último domingo a banda se apresentou no bar Opinião (José do Patrocínio, 834) em Porto Alegre para uma plateia que tomou quase por completo as instalações da casa. A abertura foi da lendária banda gaúcha Spartacus, e os caras fizeram uma ótima apresentação com o aval do bom público que já estava presente.
Depois da performance da Spartacus, enquanto a equipe do Accept preparava o palco, a expectativa era enorme entre todos os presentes, afinal estaríamos diante de uma entidade do metal, então, um pouco depois das 21 horas a banda aparece e a galera presente enlouquece.
Com uma formação que mantém os fundadores Peter Baltes (baixo) e Wolf Hoffmann (guitarra) e mais Herman Frank (guitarra), Stefan Schwarzmann (bateria) e o grande frontman Mike Tornillo (vocal), o Accept começou a apresentação com "Hung, Drawn and Quartered" do último trabalho da banda, o fantástico "Stalingrad" (2012), seguido da paulada "Hellfire" do mesmo álbum. Logo aparece a primeira clássica, "Restless and Wild" e aí nota-se como Mike Tornillo assumiu muito bem o posto de vocalista da banda, o cara não deixa saudades do grande Udo Dirkschneider em nenhum momento e mesmo nos clássicos que ficaram marcados na voz do baixinho Udo, a interpretação de Tornillo é de alto nível.

Em seguida vem uma das minhas favoritas, "Losers and Winners", seguido de "Stalingrad" que posso dizer já se tornou essencial nos shows do Accept tamanha sua energia. Então começa "Breaker" e a casa vem abaixo, Wolf mostra toda sua maestria e o coro dos presentes no refrão foi lindo. A apresentação seguiu com destaques para "Bucket full of Hate", "Shadow Soldiers", "Neon Nights", a próxima era "Bulletproof", essa música é demais, logo mais uma clássica a fantástica "Princess of the Dawn". Agora duas mais recentes "No Shelter" e "Pandemic" do álbum "Blood of the Nations" de 2010 que marcou a estreia de Mark Tornillo nos vocais. Para fechar antes do bloco final, mais um hino, a rápida "Fast as a Shark" com todos extasiados com a performance da banda, alias um show a parte é o mestre Peter Baltes no baixo, o cara é uma lenda e muito carismático, não deixando de citar Wolf Hoffmann que mostra todas as suas habilidades com seu instrumento.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel | Então a banda sai do palco e logo retorna para a parte final que começa com a fantástica "Metal Heart" cantada por todos, a energia que passava nesse momento era algo inexplicável, quem estava lá sabe do que estou falando, no solo de "Metal Heart" o público acompanha com a voz e ficou lindo, tudo isso sendo comandado pelo "maestro" Wolf Hoffmann. A penúltima música foi "Teutonic Terror" um clássico da era Tornillo, mas faltava algo, e então ela chegou: a mega clássica "Balls to te Wall" e foi um coro só, a essa altura já tinha roda punk a todo vapor e gente emocionada, sim, grande parte do público era de pessoas passando dos 40 anos, que cresceram ouvindo Accept e cantando "Balls to te Wall", foi daqueles momentos que sé o rock nos proporciona.

O show tinha chegado ao seu fim, foi uma apresentação perfeita, um set list bem escolhido, e a certeza que Mike Tornillo não deixa nada a desejar a Udo nos vocais do Accept, espero que logo os caras voltem, e até lá é ficar com essa noite na memória.
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