Accept: show inesquecível e destruidor em Curitiba
Resenha - Accept (Sociedade Abranches, Curitiba, 05/04/2013)
Por Cesar Valle
Postado em 06 de abril de 2013
Pela primeira vez no Brasil com sua formação completa, os alemães do ACCEPT se apresentaram em Curitiba, na Sociedade Abranches, na noite de sexta-feira (05). O show, que começou às 23h15 e terminou por volta de 1h15, agitou as centenas de fãs presentes que lotaram a casa. Mais cedo, a abertura ficou por conta dos curitibanos da banda 91 Rock, que destilaram diversos clássicos do ACDC e Iron Maiden.
Como já de costume, desde sua última passagem em 2011, a agitação ficou por conta do vocalista Mark Tornillo e do guitarrista Wolf Hoffmann. Com muita disposição e energia, junto com Herman Frank (guitarra), Peter Baltes (baixo) e Stefan Schwarzmann (bateria) abriram a turnê brasileira com "Hung Drawn and Quartered", seguida de "Hellfire", as duas músicas fazem parte do último álbum "Stanlingrad", lançado em 2012 pela gravadora Nuclear Blast, e que agradaram bem o público. Do último disco também foram executadas "Stalingrad" e "Shadow Soldiers".
Mesmo sendo um show para apresentação de um novo disco e sem Udo Dirkschneider, o ACCEPT não deixou que o legado deixado pelo ex-vocalista e fundador da banda fosse esquecido. Assim, vários sucessos dos anos 1980 como "Restless and Wild", "Princess of the Dawn", do aclamado álbum Restless and Wild (1982), "Metal Heart" e "Balls To The Wall", foram executadas com perfeição e enlouqueceram a galera.
Ovacionados pelos headbangers, que cantaram todo repertório junto com a banda, Wolf Hoffmann e companhia cumpriram com o prometido dias antes, que era fazer um show inesquecível e destruidor em terras brasileiras e, com mais de duas horas de muito metal de primeira, tocaram 20 músicas passando por quase toda discografia da banda.
Outros shows pelo Brasil
Desde 2011 longe dos palcos do Brasil, os alemães do Accept fazem mais duas apresentações pelas terras tupiniquins, neste sábado (6), em São Paulo, na Seringueira, e no domingo (07), em Porto Alegre, no Bar Opinião.
Set List
Hung Drawn and Quartered
Hellfire
Restless and Wild
Losers and Winners
Stalingrad
Breaker
Bucket full of hate
Monsterman
Shadow Soldiers
Neon Nights
Bulletproof
Aming High
Princess of the dawn
Up to the limit
No shelter
Pandemic
Fast as a shark
Metal Heart
Tentonic Terror
Balls to the wall
Fotos: Cristiane Nogueira
Outras resenhas de Accept (Sociedade Abranches, Curitiba, 05/04/2013)
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O baterista que é um "músico bom em banda ruim", segundo Regis Tadeu
Clássico dos anos 2000 supera 3 bilhões de plays no Spotify
Cartaz oficial do Bangers Open Air é divulgado pela organização do festival
O guitarrista brasileiro que ouviu a real de produtor: "Seu timbre e sua mão não são bons"
Bono elege o que o heavy metal produz de pior, mas admite; "pode haver exceções"
A maior banda de rock de todos os tempos, segundo Mick Fleetwood
A música subestimada do Metallica que Lars diz ser um enrosco pra tocar ao vivo
A banda sem frescura que tinha os melhores músicos do rock, segundo Joe Perry
Por que Kurt Cobain detestava Phil Collins, Axl Rose e o Grateful Dead
Manowar se manifesta em solidariedade ao guitarrista Ross the Boss
A melhor música do Led Zeppelin de todos os tempos, segundo Ozzy Osbourne
Como Ringo Starr, Isaac Azimov e Lúcifer inspiraram um dos maiores solos de bateria do rock
O disco clássico que fez Steve Vai começar a tocar guitarra
Mille Petrozza (Kreator) admite que ficaria entediado se fizesse um álbum 100% thrash metal
Como Angela Gossow se juntou ao Arch Enemy, de acordo com Michael Amott
Túmulos: alguns dos jazigos mais famosos do Metal nos EUA
Regis Tadeu explica porque o Sepultura jamais atingiria a popularidade do Metallica
A diferença do fãs dos EUA do Capital Inicial e do Ratos de Porão, segundo Yves Passarell


O hit do Accept que "criou o thrash metal", segundo Wolf Hoffmann
Ex-vocalista do Accept diz que Udo é seu único amigo no núcleo que envolve a banda
Deicide e Kataklysm: invocando o próprio Satã no meio da pista



