Stone Temple Pilots: valeu à pena a chuva e o cansaço

Resenha - Stone Temple Pilots (SWU, Paulínia, 14/11/2011)

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Por Guilherme Werneck
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Já se caminhava para o final da maratona de shows do terceiro dia do SWU deste ano, a platéia quase em sua totalidade exausta fisicamente pela chuva que não parava, pelas pernas de ter que fazer uma praticamente uma “romaria” por cada palco ao fim de cada show, e muitas pessoas acabaram não vendo Scott Weiland e sua trupe, por preferir guardar um bom lugar para ver o Alice in Chains que aconteceria no outro palco após o show dos californianos.

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Foto da chamada: Guito Moreto

Quem ficou para vê-los não se arrependeu nem um pouco, viu um ótimo show, um set list um pouco mais curto e verdade até porque se trata de um festival, a chuva não atrapalhou a ótima performance da banda que até o ano passado nunca havia pisado em terras brasileiras, e possui fãs bem fiéis aqui. O espetáculo começou com a já famosa dobradinha "Crackerman", com os já característicos refrões com o megafone de Weiland,e "Wicked Garden", dois clássicos do álbum "Core", acordando todo mundo com esses dois petardos fazendo esquecer da chuva que não parava de aumentar.

Em seguida veio "Vasoline", outro clássico, até aí já tinham facilmente ganho a platéia com os fãs berrando todas as letras, e quem não conhecia muito a banda pelo menos pulando e agitando, e foi para ratificar isso que mandaram mais duas porradas "Heaven & Hot Rods", talvez uma das mais pesadas da carreira da banda, e Beetween the Lines", esta uma das melhores do ultimo disco dos caras "Stone Temple Pilots"(2010).

Para acalmar os ânimos foi perfeitamente executada a bela balada “Big Empty” seguida de “Silvergun Superman”, daí em diante foi um desfile de canções arrebatadoras até o fim do show, com direito à “Plush”, a mais famosa da banda, portanto a mais festejada por fãs e não fãs ,”Interstate Love Song”, ”Big Bang Baby”, “Sex Type Thing”, e encerrando com “Trippin’ in hole in a paper heart”.

O saldo final dessa apresentação foi de um ótimo espetáculo, intenso, repleto de clássicos, uma apresentação muito parecida com a de dezembro passado em São Paulo, diferindo em dois aspectos: foi um show pouco menor e com quase as mesmas músicas executadas, porém a banda parecia mais entrosada e com um Scott Weiland bem mais empolgado e carismático, soltando comprimentos em agradecimento e até frases do tipo “Obrigado por nos esperar tanto tempo na chuva”. Isso faz uma diferença absurda e com certeza tornou uma apresentação melhor, enfim um grande show, de uma grande banda, com certeza um dos melhores shows do festival, valeu à pena a chuva, o cansaço para ver pela segunda vez essa grande banda, tomara que venham mais vezes.

SetList:

Crackerman
Wicked Garden
Vasoline
Heaven & Hotrods
Between The Lines
Big Empty
Silvergun Superman
Plush
Interstate Love Song
Big Bang Baby
Sex Type Thing
Trippin’ in hole in a paper heart

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Sobre Guilherme Werneck

Guilherme Werneck é paulista da capital, estudante de administração na PUC-SP, cresceu ouvindo AC/DC com o pai e a partir daí não largou nunca. Tenta descobrir e adquirir o maior conhecimento de música possível, curte especialmente clássicos, hard, heavy, grunge, southern... não suporta indie rock e esquisitisses modernas demais. ALL IN THE NAME OF ROCK.

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