Resenha - Virada Cultural 2008 (São Paulo, 26 e 27/04/2008)

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Por Claudio Fonzi
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O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

Foto: Ludmila Santos
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O Terço. Foto: Ludmila Santos
O Terço. Foto: Ludmila Santos
Terreno Baldio. Foto: Ludmila Santos
Terreno Baldio. Foto: Ludmila Santos
Casa das Máquinas - Netinho. Foto: Ludmila Santos
Casa das Máquinas - Netinho. Foto: Ludmila Santos
Casa das Máquinas - Marinho Thomaz. Foto: Ludmila Santos
Casa das Máquinas - Marinho Thomaz. Foto: Ludmila Santos
Casa das Máquinas - Mario Testoni. Foto: Ludmila Santos
Casa das Máquinas - Mario Testoni. Foto: Ludmila Santos
Faiska e Andria Busic. Foto: Ludmila Santos
Faiska e Andria Busic. Foto: Ludmila Santos
Som Nosso de Cada Dia. Foto: Ludmila Santos
Som Nosso de Cada Dia. Foto: Ludmila Santos
O Bando Do Velho Jack. Foto: Ludmila Santos
O Bando Do Velho Jack. Foto: Ludmila Santos
Made in Brazil. Foto: Silvio Tanaka
Made in Brazil. Foto: Silvio Tanaka

Os dias 26 e 27 de abril de 2008 entraram para a história cultural da cidade de São Paulo e do próprio Brasil. Jamais se viu uma reunião de tantos talentos artísticos, nas mais diversas atividades e ainda por cima em apresentações exclusivamente gratuitas.

Foram tantos os eventos e em tantos locais que uma cobertura realmente ampla fugiria bastante das intenções desse artigo. Restringir-me-ei então aos aspectos puramente musicais e ligados ao Hard/Blues/Progressivo dos anos 70.

Durante o evento, o destaque dado ao nosso tão querido gênero musical foi realmente imenso, difícil até de se crer. Foram dois palcos absolutamente exclusivos e ativa participação em outros espaços.

Mais inacreditável ainda, foi a seleção das bandas, em sua grande maioria, bem distantes do que a mídia considera como “representativa” e até mesmo como “existente”. Algumas então foram tão surpreendentes que nem os próprios fãs acreditaram, por simplesmente julgar que estivessem em total inatividade.

Os palcos exclusivos eram bastante próximos: o Palco Rock-República, em plena Praça da República e o Palco Canja Rock-Blues, na Rua Barão de Itapetininga, transversal à famosa Avenida Ipiranga e em frente à citada praça.

Além desses, vários outros contaram com artistas Rock, mas os de maior destaque foram:

- Palco São João: situado na avenida homônima e que possibilitava maior quantidade de público. Nele se apresentaram OS MUTANTES e nomes famosos como GAL COSTA, ZÉ RAMALHO e JORGE BENJOR (que encerrou o evento em grande estilo, para um público de cerca de 40.000 pessoas)

- Teatro Municipal: Belíssimo e histórico espaço, foi o que teve o enfoque mais interessante e bem bolado do evento. Englobou artistas de estilo variado, mas que executassem na íntegra, determinado disco histórico de sua carreira. Para o nosso artigo, o destaque absoluto foi para O SOM NOSSO DE CADA DIA (e o álbum “Snegs” - 1974), SÁ, RODRIX & GUARABYRA (e o album “Passado, Presente & Futuro” - 1972) e PEPEU GOMES (e o álbum “Geração de Som” – 1978), mas diversas outras grandes obras foram lembradas, inclusive dos distantes anos 60.

- Festivais Independentes: Organizado pela ABRAFIN (Associação Brasileira de Festivais Independentes), contou com a apresentação de 30 bandas independentes, englobando praticamente todos os estados do país. Pela ordem de apresentação, foram as seguintes bandas:

Este palco se situava na extremidade sudoeste, a uma razoável distância dos citados acima. A seguir, breve descrição dos artistas relacionados aos gloriosos e inigualáveis ANOS 70:

E QUANDO O ROCK PROGRESSIVO INVADIU SÃO PAULO!!

Tudo se iniciou no grande PALCO ROCK – REPÚBLICA, local perfeitamente escolhido, em uma das mais significativas praças do imenso Centro da cidade, deu todo um caráter setentista ao evento, não somente pelas primeiras bandas que se apresentariam, mas por todo o contexto, com dezenas de pessoas sentadas pelos espaços gramados e pela grande variedade de artesãos oferecendo produtos bem na linha hippie.

Igualmente fascinante e representativa foi a belíssima decoração do grande palco, toda preenchida por dezenas de discos de vinil, aumentando ainda mais a expectativa nostálgica de que lá os “Bons tempos estariam de volta”.

E realmente não foi de outra forma:

Para os fãs do Rock Nacional setentista, particularmente do tão execrado (pela crítica cega, surda e ignorante...) ROCK PROGRESSIVO, quatro shows se sucederam em uma magnífica celebração.

- O TERÇO

Com a importantíssima missão de abrir o evento, foram prejudicados em alguns aspectos, mas emocionaram imensamente logo nos primeiros acordes da obra-prima “1974”, do super-clássico álbum “Criaturas da Noite”. Com seus fantásticos 12 minutos de duração, conquistaram também os ouvintes que ainda não os conheciam e que aplaudiram a cada instante de pausa, onde pensavam que a música fosse terminar.

Dessa forma, Sergio Hinds, os irmãos Flavio e Claudio Venturini e mais Sergio Magrão e Sergio Mello desfilaram toda uma série de clássicos daquele álbum e do posterior “Casa Encantada”, além de algumas de outros discos e épocas. Entre estas, destaque absoluto para a longa e fenomenal obra “Suíte”, originalmente composta para o “Casa Encantada”, mas que acabou sendo lançada somente no álbum “Som Mais Puro”, de 1982 e no CD “Live at Palace”, em 1994.

Recentemente, no retorno da banda com a formação clássica e atual, foi novamente executada e lançada no CD e DVD gravados ao vivo, com o detalhe fundamental de ter sido a primeiríssima vez a contar com Flavio Venturini, seu próprio compositor.

Em termos de performance instrumental, o destaque do show foi Claudio Venturini que entrou de última hora (em virtude de um acidente de motocicleta sofrido por Hinds) e teve de passar 10 dias em frente ao DVD para tirar todo o repertório. Com apenas 2 ensaios com a banda, Claudio conseguiu reproduzir os solos e timbres originais quase à perfeição. Outro destaque foi Sergio Hinds que, mesmo com um braço engessado, executou a música “Suíte” com perfeição e emoção.

Em termos negativos, a citar 3 fatos, um relativo à produção e dois relativos à banda :

a) Os problemas de som ocorridos na passagem e no show em si. Tal fato atrapalhou bastante a performance geral da banda e ocorreu várias vezes durante todo o evento;

b) A bateria excessivamente rápida e presente em algumas das músicas acústicas, modificando a sonoridade original e aproximando-as demais do estilo mais “pop” do 14-Bis;

c) A inclusão bastante anti-climática da canção “Tributo ao Sorriso”, imediatamente após o petardo Progressivo “1974”. Nada contra que tal canção seja apresentada, mas deveria haver alguma música intermediária. E como sugestão adicional, recomendaria plenamente a inclusão de alguma música do excelente álbum “O Terço”, de 1973. Clássicos eternos como “Deus” e “Lagoa das Lontras” poderiam ser lembradas sem nenhum prejuízo ao andamento natural do show.

TERRENO BALDIO

Com João Carlos Kurk nos vocais, Roberto Lazzarini nos teclados, Mozart Mello na guitarra, Cassio Poleto no violino, Renato Muniz no baixo e Edsom Guilardi na bateria, o TERRENO BALDIO fez uma apresentação irrepreensível e saíram como a banda que mais surpreendeu e adquiriu novos fãs. Com uma curta discografia de apenas 2 trabalhos (existe ainda uma versão em inglês do primeiro álbum) e praticamente desconhecida do público não-aficcionado por Rock Progressivo, deixou de queixo caído os que foram ver O Terço e a Casa das Máquinas e até mesmo os jovens fãs de Metal que aguardavam as bandas que ainda iriam se apresentar e que, possivelmente, já estavam lá para prestigiar o renomado mestre das guitarras Mozart Mello.

A banda, porém, mostrou ter muito mais a apresentar do que o talento de Mozart, sendo que, a bem da verdade, nem foi dele o maior destaque. Com as já conhecidas influências do ícone inglês Gentle Giant, todos os músicos tinham mesmo uma grande responsabilidade (afinal, poucas bandas na Terra foram tão virtuosas quanto o Giant...) e mostraram em todos os momentos um fantástico entrosamento. Será até um pouco injusto deixar de destacar alguém, mas, instrumentalmente, Lazzarini e Poleto realmente sobressaíram e a presença e voz de Kurk definitivamente tem algo de “místicas” e “mágicas”.

O repertório foi praticamente todo centrado no clássico álbum “Terreno Baldio”, de 1975, mas teve a sensacional adição de 2 composições jamais lançadas: as músicas “Relógio de Sol” e “Aqueloo”. Será então que poderemos aguardar um novo item na discografia?? Sem dúvida, todos que lá estiveram, saíram com esse desejo e com a enorme vontade de assistir novas apresentações.

CASA DAS MÁQUINAS

Uma das mais importantes bandas nacionais dos anos 70, retornaram recentemente, quando se apresentaram com imenso sucesso no Festival Psicodália 2008. Para a Virada, porém, havia uma grande expectativa, pois se apresentariam antes de PAUL DI´ANNO, nada mais nada menos que o primeiríssimo vocalista do Iron Maiden e uma importante lenda do Heavy Metal internacional.

Como previsto, o público era bem grande, mas o Hard Rock das músicas do álbum “Casa de Rock” (1974) foi fulminante e agradou de imediato. Para os fãs do período Progressivo, executaram uma grande e maravilhosa sequência do álbum “Lar de Maravilhas” (1975) que causou um verdadeiro “arrepio coletivo”.

Infelizmente, alguns problemas ocorreram, tais como falhas no som dos teclados e esquecimentos das letras pelo novo vocalista, mas, apesar disso, os originais Netinho (bateria), Marinho Thomaz (bateria) e Mario Testoni (teclados) sairam-se brilhantemente e os novos membros Faiska (o já renomado guitarrista) e Andria Busic idem. No caso deste (o já conhecido integrante do Dr. Sin), excetuando-se alguns esquecimentos constrangedores das letras, atuou muito bem no baixo e também nos vocais.

Como convidado, participou também o guitarrista Sandro Haick, filho de Netinho. Como resultado final, a certeza que estão no caminho certo e que, definitivamente, há uma boa parcela da nova geração interessada em descobrir os sons dos anos 70.

SOM NOSSO DE CADA DIA

Este foi, indiscutivelmente, o mais aguardado show para os fãs dos Rock Brasil 70.

Mesmo estando programado para o lamentável horário das 3 da madrugada e das pessoas terem de permanecer horas na fila (este não foi ao ar livre, mas sim no Teatro Municipal, onde havia uma limitação de lugares em torno de 1.500 pessoas). E se no mesmo horário não tivesse havido a apresentação dos MUTANTES, a procura teria sido muito maior ainda.

Mas, enfim, o show ocorreu, no belíssimo espaço que é o Teatro Municipal e baseado quase exclusivamente no clássico e inesquecível álbum “Snegs” (1974). A formação dos músicos incluiu os lendários e originais Manito (teclados, sax, flauta) e Pedro Baldanza (baixo e vocais), brilhantemente auxiliados por Marcelo Schevano (guitarra e flauta), Edson Guilardi (o mesmo baterista que tocou com o Terreno Baldio) e Fernando Cardoso (atual tecladista do Violeta de Outono, toca também na bandas Homem com Asas e Compacta Triô). Complementaram a seleção, os excelentes vocalistas Thiago Furlan e Jorge Canti.

A emoção da platéia foi intensa e indescritível, com a realização de um “sonho impossível”, tanto por parte da “Velha Guarda” quanto dos inúmeros jovens e apaixonados fãs. Todas as músicas foram enormemente celebradas, mas preciosidades como “Sinal da Paranóia” e “Bicho do Mato”, criaram um longo e extraordinário uníssono.

(Uma gravação amadora do show realizado alguns dias mais tarde no Centro Cultural, cuja distribuição foi autorizada pela banda, pode ser conferida na Comunidade Oficial no Orkut)

Se mantiverem a cabeça no lugar, sem se deixar levar por delírios megalomaníacos, o SOM NOSSO DE CADA DIA tem tudo para reocupar o posto de “uma das mais importantes e queridas bandas brasileiras de todos os tempos”.

Ainda no mesmo estilo Progressivo, poderiam ser incluídos OS MUTANTES, mas o repertório atual da banda segue a sua fase psicodélica clássica. Para completar, em virtude de ter sido no mesmo horário do Som Nosso de Cada Dia, não foi possível assisti-los. O que vi foi apenas a passagem de som.

Retornando ao Rock República

No dia seguinte, após uma longa e intensa sequência de shows de Heavy Metal, às 10:30 da manhã houve um retorno ao estilo setentista, com a brilhante presença do grupo sul-matogrossense O BANDO DO VELHO JACK.

Seguindo basicamente a linha do chamado “Rock Sulista” dos EUA, já possuem uma longa e bela trajetória, desde 1995 e com 4 CDs lançados. Estão entre os principais representantes da “Nova Geração Rock´n Roll” e em sua ótima apresentação mesclaram repertório próprio cantado em português com “covers” de bandas como Allman Brothers e Free. Agradaram plenamente a grande platéia (cerca de 7.000 pessoas) que por lá estava.

24 horas ininterruptas de Rock e Blues ao vivo!!!

O Palco “Canja Rock-Blues” foi mais um fenômeno difícil de acreditar... Não me recordo de algo assim já ter acontecido no Brasil, independente de época ou local.

Dessa forma, cerca de 165 músicos passaram por lá, tocando desde grandes clássicos do Blues de Raiz até sons de puro Heavy Metal e Punk Rock, passando pelas mais diversas correntes do Blues Elétrico, Rock´n Roll e Hard Rock.

Alguns desses músicos já possuem um nome bem estabelecido no cenário musical brasileiro (Kiko Zambianchi, Edgar Scandurra e Kid Vinil) e outros são famosos, mas restritos ao público Rock/Blues (Tony Campello, André Christovan, Celso Pixinga, Fernando Deluqui, Andreas Kisser etc).

A grande maioria, porém, foi formada por artistas pouco conhecidos, mesmo que, eventualmente, pertençam a bandas de maior nome. O talento e o “feeling” roqueiro, porém, estiveram sempre presentes, o que fez com que o espaço se tornasse um perfeito “point” para se curtir entre os shows mais badalados e aguardados.

O ponto altíssimo aconteceu na tarde do dia 27, quando se apresentaram duas das mais lendárias bandas do Rock setentista brasileiro: TUTTI FRUTTI e MADE IN BRAZIL

Em primeiro lugar apresentou-se a antiga banda acompanhante de Rita Lee. Os originais Luiz Carlini (guitarra) e Franklin Paolillo (bateria) juntaram-se a Sol Ribeiro (vocal), Mr. Ruffino (baixo), Johnny Boy (teclado) e Roy Carlini (guitarra), filho de Luiz.

Como previsto, o repertório foi praticamente todo em cima dos álbuns c/ Rita, mas surpreenderam enormemente ao iniciar o show com a bela instrumental “Sylvia” do grupo holandês FOCUS, mostrando definitivamente que o Progressivo estava mesmo presente na Virada.

Por último, encerrando tão nobre espaço, ocorreu uma das mais empolgantes celebrações roqueiras de toda o evento:

Foi o show da mais antiga banda de Rock nacional em atividade ininterrupta, a MADE IN BRAZIL.

Liderado pelos seculares irmãos Oswaldo e Celso Vecchione, o show iniciou-se com diversas músicas executadas pela própria banda, mas desenvolveu-se fantasticamente a partir do momento que vários outros músicos foram sendo convidados a subir ao palco. A festa ficou então absolutamente contagiante e atingiu o ápice ao chegar ao belo extremo de contar com 16 músicos/cantores atuando no palco ao mesmo tempo. Entre eles, membros das bandas Tutti Frutti, A Banda do Velho Jack, Golpe de Estado etc etc

A maravilhosa empolgação existente no palco atingiu a toda a platéia e não havia quem não estivesse vibrando com o que estava presenciando. Foi um definitivo fecho dourado para uma igualmente dourada Maratona do Rock.

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Sobre Claudio Fonzi

Nasceu em Petrópolis (RJ), em 22 de março de 1964. É Produtor Fonográfico (Som Interior Produções Artísticas) desde 1988, Programador Musical (produziu por 4 anos o programa Tribuna Progressiva, além de ter exercido por 18 meses a função de Programador Geral da emissora Tribuna FM), Produtor de shows e eventos nacionais e internacionais (entre eles, em 1997, a 1ª turnê brasileira da "Voz do Renaissance" - a cantora inglesa Annie Haslam) e comerciante de discos (proprietário da Renaissance Discos desde 1993). Além disso, publica artigos e resenhas desde 1997, em veículos variados, tais como o jornal Metamúsica (Campos - RJ), o jornal Culturarte (Petrópolis - RJ), a revista Poeira Zine (São Paulo - SP) e diversos websites e foruns de discussão.

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