Deftones: nata do repertório, para deleite dos fãs

Resenha - Deftones (Via Funchal, São Paulo, 10/02/2007)

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Por Fernão Silveira
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Os californianos do DEFTONES, liderados pelo vocalista Chino Moreno, levaram à loucura uma platéia formada por jovens que lotou o Via Funchal, em São Paulo, na noite do último sábado (10/2/2007). Em quase duas horas de show, a banda estreou na capital paulista mostrando a nata de seu repertório – para deleite dos fãs.

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O quinteto, um dos expoentes do movimento conhecido como "nu metal", acertou em cheio na escolha do setlist para o seu primeiro show em terras bandeirantes. E a maior prova desse êxito foi a reação do público, que cantou e pulou em praticamente todas as músicas. Até mesmo as faixas "Xerces", "Rats, Rats, Rats" e "Hole in the Earth", do mais novo álbum da banda ("Saturday Night Wrist"), tiveram uma recepção calorosa.

Mas os melhores momentos foram proporcionados pelas músicas que construíram o sucesso do DEFTONES, como "Korea", "Knife Party", "Feiticeira" e "My Own Summer" (que faz parte da trilha sonora do filme "Matrix"). Para fechar o show com impacto, no segundo bis da noite, os californianos mandaram "Change" e "Head Up", levando o público ao êxtase.

A platéia, por sinal, foi um espetáculo à parte. Os fãs contribuíram muito para tornar o show mais caloroso, acompanhando Chino Moreno em todos os refrões. A garotada que invadiu a pista, em boa parte recém-saída da pré-adolescência, mostrou verdadeira devoção ao quinteto, e em especial ao frontman Moreno – que esteve um tanto frio e quase não procurou se comunicar.

O comportamento do público, por sinal, poderia causar algum estranhamento em espectadores mais acostumados a shows de rock "old school" – como é o caso deste que vos escreve. Em vários momentos, a gurizada mais parecia estar em uma festa rave do que num show de metal.

A banda fez a sua parte e exibiu o que se esperava: peso nas guitarras, uma cozinha marcante e muita gritaria no vocal. Os fãs do DEFTONES certamente saíram do Via Funchal bastante satisfeitos naquela noite de sábado.

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Sobre Fernão Silveira

Paulistano, são-paulino, nascido nos "loucos anos 70" (1979 ainda é década de 70, certo?) e jornalista. Sua profissão já o levou a cobrir momentos antológicos da história da humanidade, como o título paulista do São Caetano, a conquista da Copa do Brasil pelo Santo André, a visita de Paris Hilton a São Paulo e shows de bandas como Judas Priest, Whitesnake, W.A.S.P., Megadeth, Slayer, Scorpions, Slipknot, Sepultura e por aí vai. Ainda tem muito gás para o nobre ofício jornalístico, mas acha que não vai muito mais longe depois de ter entrevistado Blackie Lawless, Glenn Tipton, Rogério Ceni e, claro, Paris Hilton.

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