No comando e na estrada: liberdade em rock'n roll

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Por Rodrigo Contrera
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Muitos de nós já tiveram motos (ou ainda têm). Eu tive duas. Uma DT200 rosinha com a qual deixava para trás todos os que me acompanhavam nas raias que são as avenidas, ao menos nos 100 primeiros metros. E uma RD135 com a qual acordava todo mundo na minha vizinhança, quando voltava de minha pós na USP. Motos com as quais eu inclusive tentei várias vezes me matar, sendo que uma vez quase consegui (caí bem na frente de um caminhão).

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Todos nós, que tivemos ou temos motos, sabemos como é o negócio de música para motocicletas. Pois ainda há algo de fora da lei em ter uma motocicleta. Pode ser o fato de usarmos casacos de couro que com o tempo ficam fedorentos com o rastro de óleo. Pode ser também o fato de que ficamos mais espertos no trânsito (ou filhos das putas, quando tiramos retrovisores com nossos cotovelos). Nunca voltamos a ser nós mesmos, claro. Um motociclista ou motoqueiro reconhece o outro.

Encontrei esta seleção agora há pouco, que se concentra especialmente em bandas de lugares com estradas bem extensas. Não à toa temos aqui tanto ZZ Top, Mas um aspecto nesta seleção que me atraiu a atenção foi o visual, sempre abordando lugares amplos e inóspitos. Eu, no caso, tive experiência com eles quando saía para fazer entrevistas em empresas no interior de São Paulo como repórter e editor de revistas especializadas. Foi naquela ocasião que entendi como era legal a solidão num volante (não numa moto).




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Sobre Rodrigo Contrera

Rodrigo Contrera, 48 anos, separado, é jornalista, estudioso de política, Filosofia, rock e religião, sendo formado em Jornalismo, Filosofia e com pós (sem defesa de tese) em Ciência Política. Nasceu no Chile, viu o golpe de 1973, começou a gostar realmente de rock e de heavy metal com o Iron Maiden, e hoje tem um gosto bastante eclético e mutante. Gosta mais de ouvir do que de falar, mas escreve muito - para se comunicar. A maioria dos seus textos no Whiplash são convites disfarçados para ler as histórias de outros fãs, assim como para ter acesso a viagens internas nesse universo chamado rock. Gosta muito ainda do Iron Maiden, mas suas preferências são o rock instrumental, o Motörhead, e coisas velhas-novas. Tem autorização do filho do Lemmy para "tocar" uma peça com base em sua autobiografia, e está aos poucos levando o projeto adiante.

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