Megadeth: Dave Mustaine, polêmico e controverso

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Por Plínio Alves, Fonte: Polêmico Rock
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Todos sabem das belas intrigas e polêmicas, provocadas pelo frontman do Megadeth. No entanto, nunca vi uma análise desses acontecimentos, exceto algumas palavras perdidas em fóruns de discussão. Bom, os fatos que trouxeram o Dave aqui vão além daquelas histórias que citam os atritos gerados entre ele, o Metallica e o Kerry King (Slayer).

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Dave Mustaine, por natureza, é uma pessoa que nasceu pra causar polêmica, e mesmo depois de (finalmente) ter amadurecido sua relação com os ex companheiros de banda, continua a causar polêmicas.

Como muitos sabem, o líder do Megadeth se declarou convertido, ou seja, assumiu uma posição cristã nos últimos anos. Acredito que essa atitude tenha colaborado para que seus atritos de longa data pudessem encontrar um fim, no entanto, isto consequentemente trouxe vários outros assuntos envolvendo seu nome. Coincidentemente ou não, depois de ter se convertido, a qualidade do seu som melhorou muito, e seu apego pelos fãs passou a ser demonstrado em todos os shows, coisa que não existia antes.

Todavia, algumas atitudes, do tipo de se negar a tocar com bandas anti cristãs, passou a ser um dos seus hábitos nos últimos anos. Algum problema? Talvez. Uma banda de White Metal teria o total direito de fazer isso, apesar de que, elas não o fazem. Bom, mas o Mustaine mudou, e tudo nesse mundo muda, então ele ainda está no seu direito, apesar de que é muito feio negar a tocar com tais bandas, que provavelmente cresceram escutando Megadeth. Enfim, a coisa fica ainda pior quando o nosso amigo Mustaine decide gravar um DVD com o Slayer, no Big Four. Ok, muitos dirão que isso é um festival ou que o Slayer não é satânico. Mas, para uma atitude tão rigorosa como a dele, com aquelas bandas de Black Metal, isso acaba sendo, de uma forma ou de outra, contraditório.

Bom, a questão do Slayer não é ser satânico; até faz um pouco de sentido, porque de fato ela não é. Mas é uma banda pagã, ou seja lá o que for, e lança álbuns do tipo "Deus odeia todos nós". O Dissection, que teve o desprazer de sair do palco por vontade do Dave Mustaine, é de fato uma banda satânica. Mas o Rotting Christ, que teve a mesma decepção, não é. É uma banda equiparável ao Slayer em termos de letras e profanações.

E, ainda, há a questão do Megadeth não ser uma banda cristã de raiz (não que seja agora) como o famoso Mortification, mas, como havia dito, todos têm o direito de mudar.

Ainda pode-se entrar na questão do próprio cristianismo. Se o cristianismo nega o preconceito e prega que devemos ajudar os "irmãos", definitivamente o Mustaine está no caminho errado.

O líder do Megadeth parece ter uma constante (e natural) necessidade de criar uma polêmica onde estiver. Contanto que ele continue a fazer trabalhos poderosos com o Megadeth, os Headbangers irão relevar tais acontecimentos.

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Sobre Plínio Alves

Plínio Alves, formado em Administração de Empresas, blogueiro nas horas vagas. O primeiro contato com o Heavy Metal se oficializou aos 11 anos de idade com um um CD do Nirvana, "Nevermind". Depois deste marco, a paixão pela música pesada se desencadeou de forma bem natural e prazerosa. Dois anos depois, estarrecido com o som pesado e provocador de bandas de Death e Black Metal, se tornou um fã de carteirinha do estilo. Embora seja fã de estilos específicos, declara ter afinidade com qualquer rótulo musical dentro do Heavy Metal, sem preconceito algum. Duas bandas que resumem sua vida: Alice in Chains e Deicide. Os demais textos do autor podem ser vistos no blog Polêmico Rock.

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