Patti Smith diz que sente obrigação de se opor a Bush
Fonte: UOL Música
Postado em 28 de maio de 2004
Madri, 27 mai (EFE).- A roqueira e poetisa americana Patti Smith disse hoje, quinta-feira, que sente obrigação de lutar para que as coisas mudem, de se opor à guerra do Iraque e de dizer não à política do presidente de seu país, George Bush, usando sua condição de música.
A musa do punk viajou para Madri, onde se apresentará amanhã no Festival de Música Independente Festimad seu último disco, "Trampin'".
Smith nasceu em 1946 em Chicago e é fã de James Brown, The Doors e antes de tudo de Bob Dylan. Hoje ela também falou com os jornalistas no Museu Rainha Sofia de Madri sobre sua paixão pela pintura e de sua devoção por Picasso.
Em seu disco "Trampin'", Patty Smith é acompanhada por sua filha Jesse, no piano. "Nunca empurrei meus dois filhos para algo que não quisessem, mas tive sorte porque herdaram a criatividade e a sensibilidade de seu pai (o guitarrista Fred "Sonic" Smith, morto em 1994)".
Smith ressalta que sua faceta poética, de onde saíram poemas como "Kodak", "Witt", "Pape", "Babel" e "Woolgathering", serve para exteriorizar tudo o que sente. Por isso a música é para os outros e a poesia é algo pessoal".
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