Green Day mostra marketing global da Warner
Fonte: UOL Música
Postado em 29 de setembro de 2004
Por Jeffrey Goldfarb
LONDRES (Reuters) - O marketing global que está promovendo o álbum "American Idiot", da banda Green Day, está fazendo a recém-reestruturada Warner Music, sob a direção de Edgar Bronfman Jr., parecer bastante inteligente.
O politicamente carregado novo álbum do trio punk-pop estreou como número 1 nas paradas do Reino Unido, Japão e Austrália na terça-feira, vendendo mais de 1,5 milhão de unidades em todo o mundo em sua primeira semana nas lojas e proporcionando uma primeira idéia de qual é a nova estratégia da Warner Music, além da redução de custos.
"A mensagem é: vamos conseguir dar a volta por cima", disse John Reid, presidente de marketing internacional da Warner Music. "E vocês verão tudo isso outra vez com o R.E.M."
A gravadora quer ver se sua tática de marketing vai funcionar mais uma vez com "Around the Sun", o 15o álbum da influente banda de rock liderada por Michael Stipe. O álbum será lançado em 4 de outubro em todo o mundo e no dia seguinte nos EUA.
Mais de 200 mil cópias de "American Idiot", do Green Day (a capa do álbum traz uma granada de mão em forma de coração) foram vendidas na Grã-Bretanha e no Japão. A previsão dos analistas é que o álbum estréie no primeiro lugar nas paradas dos EUA e do Canadá.
O último álbum da banda gravado em estúdio, "Warning", foi lançado em 2000 e vendeu 2,4 milhões de cópias.
Edgar Bronfman comprou a Warner Music no início do ano da Time Warner Inc. por 2,6 bilhões de dólares, acreditando que poderia reativar a empresa, reduzindo os custos e vendendo mais álbuns de menos artistas, concentrando os negócios.
Os céticos duvidaram do acerto de sua decisão de comprar uma empresa de música, depois da queda nas vendas, há quatro anos consecutivos, provocada pela pirataria de CDs, os downloads ilegais e a concorrência crescente de outras formas de entretenimento.
Mas, com "American Idiot", a empresa quer desmentir os céticos, mostrando o poder do trabalho de marketing mundialmente consolidado realizado por alguns poucos executivos chaves e apostando no êxito de apenas um punhado de álbuns.
A Warner, que é a menor das quatro maiores empresas mundiais de música, atrás da Universal Music, Sony BMG e EMI Group, também terá que provar que é capaz de usar sua nova estratégia de marketing para promover artistas não americanos em todo o mundo, algo que costuma ser mais difícil.
A gravadora, que tem entre seus contratados Madonna e Josh Groban, nutre grandes esperanças para os lançamentos previstos para ainda este ano dos cantores britânicos Phil Collins e Seal e do espanhol Alejandro Sanz.
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