Uli Kusch elogia música do Eyes of Shiva
Por Humberto Domiciano de Paula
Fonte: Melodic Rock
Postado em 08 de julho de 2006
O baterista Uli Kusch (HELLOWEEN, MASTERPLAN) afirmou em entrevista ao site Melodic Rock que está impressionado com o som da banda brasileira EYES OF SHIVA. Kusch teve a oportunidade de ouvir o mais recente trabalho da banda, "Deep", e elogiou a música 'Kamisama' (feita em homenagem a Zico): "É dramática como o esporte pode ser, tem uma introdução correta, um riff moderno e boas passagens de bateria. Após ouvir por duas vezes, o refrão ficou na minha cabeça. A voz de André Matos (ANGRA, SHAAMAN) é perfeita para esse tipo tradicional de som."
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O rockstar dos anos 1980 que James Hetfield odeia: "Falso e pretensioso, pose de astro"
Veja Andreas Kisser de sandália e camiseta tocando na Avenida Paulista de SP
Confira os vencedores do Grammy 2026 nas categorias ligadas ao rock e metal
A humildade de Regis Tadeu ao explicar seu maior mérito na formação da banda Ira!
Polêmica banda alemã compara seu membro com Eloy Casagrande
Produtor descreve "inferno" que viveu ao trabalhar com os Rolling Stones
Novo disco do Megadeth alcança o topo das paradas da Billboard
Mike Portnoy admite não conseguir executar algumas técnicas de Mike Mangini
Para Lars Ulrich, o que tornava o Slayer interessante era seu extremismo
A banda punk que Billy Corgan disse ser "maior que os Ramones"
As 40 melhores músicas lançadas em 1986, segundo o Ultimate Classic Rock
Músicos do Angra encontram Bruce Dickinson gravando novo disco em estúdio de Dave Grohl
Bruce Dickinson grava novo álbum solo em estúdio de Dave Grohl
O guitarrista americano que sozinho ofuscou todos os britânicos, segundo Carlos Santana
As bandas "pesadas" dos anos 80 que James Hetfield não suportava ouvir
Paul Stanley tira o chapéu para Bruce Dickinson: "nem Michael Jordan conseguiu"
Mas afinal... o que é rock progressivo?
O hino que o Iron Maiden quase não gravou pois o autor achou que era "muito comercial"





