Scott Ian, do Anthrax, comenta show do Iron Maiden em Los Angeles
Por Régis Paiva Lourenço e Carlos Tourinho
Fonte: Metal Remains
Postado em 22 de fevereiro de 2008
Segundo informação divulgada no site www.metalremains.com, Scott Ian, guitarrista do ANTHRAX, foi com o baterista Lars Ulrich, do METALLICA, ao show do IRON MAIDEN em Los Angeles, no dia 19 de fevereiro.
O guitarrista Scott Ian fez um review em seu blog no MySpace do triunfal retorno da donzela a Los Angeles. Alguns trechos podem ser conferidos abaixo:
Perdi minha voz no show do Iron Maiden ontem à noite, então o videobog do dia vai ter que esperar. Eles estavam tinindo e a platéia reagiu de uma forma que eu jamais tinha visto em LA. O público no LA Forum parecia mais o de um show com platéia esgostada na Europa do que o habitual público entediado de LA. A multidão estava cantando tudo. E não apenas as letras, as melodias também. A energia no lugar não diminuia, e o Maiden continua a desferir nocautes sonoros.
Rime of the Ancient Mariner foi a minha favorita do set. Lars virou para mim e disse que o bom de 'Rime...' é que nós nunca precisaremos nos preocupar se nossas músicas são longas demais. O público devorou todos os 12 minutos dela. Eu estava na mesa de som com o Lars e era como se tivéssemos 21 anos de novo, cantando cada letra.
Tenho ido a shows do Maiden desde a vez que abriram para o Judas Priest, em 1981. O Anthrax já tocou mais de 100 shows com eles. O que vou dizer é, eu já vi um monte de shows do Maiden, mas a noite passada foi especial. A banda está no topo, sem dúvida melhor agora do que nunca. Steve Harris, cuja inabalável visão sobre a banda levou-os àquele ar rarefeito que poucas bandas conseguem respirar, é um ícone e uma inspiração, como músico e pessoa. sempre um cavalheiro, e, ao mesmo tempo, a encarnação de tudo o que é metal.
Bruce, o que posso dizer? O apelido de 'air-raid siren' ainda é bem apropriado, até hoje. Ele alcança cada nota, cada maldita nota, o que não é fácil mesmo se fosse pra ficar parado, concentrando-se apenas na parte vocal. O cara domina aquele palco com uma fúria tal como Wolverine numa luta. Ele deve percorrer tantas milhas no palco quanto voando. Ele mostra o quanto são cheios de merda os vocais que precisam de trechos gravados porque não conseguem cantar e se mover (ou, deus me perdoe, dançar) ao mesmo tempo. Eu fiquei completamente sem respiração com os vocais de Bruce e posso afirmar confortavelmente que ele é o melhor frontman vivo. Ele mostrou-me isso ontem à noite. Dave (vamos jogar pôquer, camarada!), Adrian e Janick estavam rasgando (eu adorei quando vi três Stratocasters no palco). As harmonias triplas foram perfeitas.
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