"Pareciam normais", diz engenheiro de som do Kiss sobre a banda no seu auge
Por Daniel Faria
Fonte: Brave Words
Postado em 03 de abril de 2008
Em abril de 2008 o site rockpages.gr publicou uma entrevista com Jay Messina, engenheiro que trabalhou no "Destroyer", "Dynasty" e "Unmasked". Messina se lembra dessas gravações. Aqui está um trecho onde ele fala sobre o "Destroyer".
Rockpages: Você esteve ligado ao KISS durante a época mais popuar deles e você foi o engenheiro no (possivelmente) melhor álbum de estúdio ("Destroyer"). O que você lembra daquela experiência de gravação e você tem qualquer história engraçada ou não publicada daquele período?
Jay: "Quando eu me encontrei com a banda pela primeira vez, para gravar o 'Destroyer', eles pareciam ser um grupo de caras normais. Eles ainda não tinham aproveitado a maior parte do sucesso que ainda estaria por vir. Claro que eles já eram 'estrelas', mas parecia a mim que para eles isso ainda não tinha acontecido".
"Eles foram muito receptivos no estúdio e escutavam as sugestões de Bob Ezrin com ouvidos abertos".
"Na parte de trás de um dos estúdios do Record Plant tinha uma sala que era ótima para sons de bateria. Então montamos a bateria ali, junto com Gene, para que eles pudessem ter contato visual. Porém, nós não podíamos ve-los da sala de controle. Essa sala era um lugar comum com o resto do edifício, então ocasionalmente alguém saía do elevador de serviço e passaria por ali".
"Durante um take (de gravação), aquilo estava tudo muito bom, mas de repente Peter e Gene pararam de tocar e todos nós na sala de controle ouvimos vários segundos de silêncio (deles), e então eles começaram a rir muito. Quando voltamos para o estúdio, todo mundo estava curioso sobre do que eles riam tanto".
"O que aconteceu foi que, enquanto Gene e Peter estavam tocando, um pessoal da limpeza veio recolher lixo da sala. Quando eles entraram, eles ouviram a música e pararam e ficaram olhando para Gene e Peter. Então, depois do que pareceu ser um tempo bem longo, Gene não conseguia mais parar de rir, daí ele parou de rir e depois de 10 segundos de silêncio ele e Peter ficaram histéricos, rindo. Eles voltaram no estúdio e nos contaram a história. O resto do álbum foi divertido e eu sabia que seria uma boa para eles antes mesmo de termos terminado a mixagem".
A matéria completa (em inglês) está no Rockpages.
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