Rush: o que não pode ser encarado, deve ser alterado

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Por Felipe Ferraz, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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O baterista Neil Peart do RUSH postou uma longa nota em seu site oficial, cujo trecho segue abaixo:

"As pessoas freqüentemente perguntam, 'O que vem a seguir para a banda?' mas nós aprendemos há muito tempo atrás que quando você está em meio a um grande trabalho, você não precisa falar sobre outro. Então, no meio de uma turnê, nós nunca falamos sobre fazer um novo álbum, e no meio de gravações, nós nunca falamos sobre outra turnê. Um trabalho de cada vez, até mesmo em nossas cabeças, é mais fácil de lidar - você não precisa de uma grande preocupação se você pode mantê-la 'guardada' por um tempo."

"Por quinze anos as pessoas tem me dito, 'Eu ouvi isso em sua ultima turnê' (eu tenho dito isso para mim mesmo desde 1989), mas assuntos como esses não são nem levantados entre nós três. Certamente depois dos últimos dois verões de turnês pesadas, que irão eventualmente somar bem mais que cem shows, não haverá mais disso por um tempo".

"Eu adotei o seguinte lema, 'O que não pode ser alterado, deve ser encarado', por volta do Ano Novo, e realmente o achei útil em algumas ocasiões. Posso citar atrasos de vôos. Só muito mais tarde eu percebi que o inverso também era verdadeiro, de modo menos passivo: 'O que não pode ser encarado, deve ser alterado'.)"

"Alguns desafios novos me esperam, sem dúvida. Ainda nesse ano, eu concordei em fazer parte de outro projeto de Big-Band, um concerto em tributo a Buddy Rich em outubro, e essa será uma grande ocasião para crescer. Eu tenho pensado muito nisso esses dias."

Leia a mensagem de Neil na integra (em inglês) neste link.


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Sobre Felipe Ferraz

Estudante de computação conformado com o futuro dos dedos em um teclado e longe dos fretes de uma guitarra, pois após muito tentar teve que admitir que, com sua sofrível técnica, nem se quisesse tocar no Calypso teria chance. Amante de Rock e Heavy Metal desde ouvir os primeiro acordes de "Iron Man" do Black Sabbath, não se prende a rótulos musicais, ouvindo tudo que lhe agrada. No geral sons pesados, melódicos e com muita guitarra, apesar de detestar exibições de virtuosismo desnecessárias nas músicas. Acompanha o Whiplash! desde os tempos de internet discada, tomando a feliz iniciativa de contribuir após desistir de virar notícia no site e encontrar o link de colaboração.

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