Guns N' Roses: Classic Rock resenha faixas de novo disco

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Por Denis, Fonte: GunnersBrasil.com, Tradução
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Matéria de 16/11/08. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

O Classic Rock publicou um pequeno resumo de cada uma das músicas do "Chinese Democracy", novo álbum do GUNS N' ROSES, cuja tradução (adaptada) segue abaixo, por cortesia do GunnersBrasil.com:

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1. Chinese Democracy - 4.42
O single. A que tem as partes de bateria como “Smells Like Teen Spirit” e o riff que poderia arrancar a sua cabeça. Com sua introdução atmosférica e seu verso trovejante, é uma grande abertura de álbum. As letras não fazem sentido com o título (exceto talvez do pedaço: "Tudo o que tenho é um tempo precioso"), e não parece ter um refrão, mas quem se importa?

2. Shackler's Revenge - 3.39
Toques de New Metal, Shackler's soa como White Zombie em algumas partes, enquanto a quebra da música soa como uma música do Crystal Method: futurista, mas ironicamente pouco datada. O solo tem um jeitão Tom Morello: como diabos você toca isso no Guitar Hero nós não sabemos. Ela cresce - nós gostamos mais dela agora do que quando a ouvimos pela primeira vez - é indiscutivelmente uma música para se amar.

3. Better - 4.59
Uma das melhores das músicas vazadas, “Better” continua trilhando: um insistente e pulsante riff que puxa Axl em um conto de arrependimento. O sentimento de industrial/new metal continua, mas de alguma forma é menos presente - talvez por que apenas complemente a música, ao invés de te destrair do fato de ser muito simples (como Shackler). Agora trazendo cinco guitarristas, nós presumimos que ainda é Robin Finck trazendo o lindo e bluesy (um, estilo Slash) solo de guitarra. Um clássico.

4. Street Of Dreams - 4.48
Uma grande balada com - o editor Siân Llewellyn insiste - "uma introdução que é muito Billy Joel antes de se transformar num Elton John dos anos 70" (se referindo a isso numa boa maneira). Vazada com o título de “The Blues”. A grande orquestração é contra-balanceada com o vocal de Axl e alguns grandes clichês: "O que eu pensava que era lindo não vive mais dentro de você". Excessivamente produzida? Bombástica? Bem, sim. O que você queria? Babyshambles?

5. If The World - 4.55
Com uma introdução de guitarra flamenco e uma faixa rítmica funk, “If The World” é o primeiro erro sério do álbum. O sentimento RN'B, enquanto algumas guitarras adicionam distorção, não deixam a música boa para levar os ridículos 'Lad-di-da' do vocal de Axl. Ela pensa que é um tema de James Bond - na verdade, é uma “La Isla Bonita” da Madonna tocada pelo Limp Bizkit. Um saco.

6. There Was A Time - 6.43
Outra das vazadas, TWAT é outro número de complexidade e soa como uma trilha de sonora de filme. Muito cinematográfica, com um extenso solo de guitara, e um grande final em coro. Só Deus sabe sobre o que ele está falando ou cantando, mas ele faz isso do jeito certo, cara!

7. Catcher In The Rye - 5.55
Num estilo bem Queen, originalmente tinha Brian May tocando. Tristemente, seu trabalho não sobreviveu. Uma música pop, as vezes não convincente (outra seção 'La-la-la') e de sonoridade datada, como muitas das músicas, ela não tem um refrão identificável.

8. Scraped – 3.32
Inédita até agora, “Scraped” tem um feroz riff com uma melodia bizarra de voz no começo. Axl alterna entre os falsetes e sua voz regular. Cheia de GN'R, é um pouco como... “Jungle”. Após ouvir uma vez, é dificil fazer um julgamento.

9. Riad N' The Bedouins - 4.12
Uma introdução extensa, samples e etc, e um som que faz você pensar que seus alto-falantes possam estar zoados antes de se transformar num riff brutal. Ironicamente, ela não teria soado fora de lugar no último álbum do Velvet Revolver: satisfatório e excitante rock moderno.

10. Sorry - 6.16
Ele deve estar sangrando. Uma balada com guitarras com flangers, o complexo de coitadinho-de-mim de Axl está bem nessa música. Nossas anotações dizem: "Muitos violões, e guitarras flamenco". Múltiplas camadas de voz com um solo de guitarra estilo Dire Straits. Oh não. Um momento de silêncio é quando Axl canta 'eu não quero fazer isso', fazendo com que todos na sala olhem uns para os outros assustados. Urgh.

11. IRS - 4.30
O rock clássico se difere nessa: algumas pessoas podem pensar que é brilhante, outras podem pensar que é a pior das três baladas vazadas (com “Street of Dreams” e TWAT). Nenhuma diferença notável dos vazamentos para a versão do álbum. Grande, com muitos riffs. Poderia ser acusada de não ter rumo.

12. Madagascar - 5.40
Cornetas francesas em um dos destaques do álbum: O hino desafiante e ferido de Axl (‘I won’t be told any more/That I’ve been brought down in this storm/And left so far out from the shore that I can’t find my way back…'). Linhas simples de guitarra, cordas, com uma barragem de samples de Martin Luther King, Cool Hand Luke ('What we have here is a failure to communicate' o trecho usado em Civil War vive!), Braveheart e mais adicionados ao sentimento de Século XXI. Ele tem 18 canais de merda na TV para escolher e não consegue se consolar. Brilhante.

13. This I Love - 5.36
Inacreditavelmente, essa música é datada de 1993. Como ela sobreviveu, nunca vamos saber. Soa como uma música de um show do mau. Letras diabólicas. Muitos pianos e cordas. Pretenciosa. Nossa. Houve rumores que a banda gravou três álbuns cheios de coisas: nada era melhor que isso? Sério?

14. Prostitute - 6.16
“Why should I choose to prostitute myself/To Live with fortune and shame?” Apesar de ter a pior progração de bateria eletrônica já feita no universo, “Prostitute” (vazada como New Song 2) na verdade constrói algo semi-decente. Um final anti-climático para o álbum (o CD ficou preso aqui e tivemos que escutá-lo três vezes. Foi um novo tipo de inferno...).

Então aí está - nossas primeiras impressões. Para uma revisão mais completa, compre a revista no dia 10 de dezembro, e ganhe um brinde do GN'R detalhando a história por trás do álbum.

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