Tom Araya: "Todos vão amar o novo disco. É Slayer clássico"
Por Antonio Parreira
Fonte: artistdirect.com
Postado em 07 de agosto de 2009
Em uma entrevista publicada no site artistdirect.com, Rick Florino bate um papo descontraído com Tom Araya, baixista do SLAYER.
Eles conversaram sobre o novo CD ("World Painted Blood"), o minimalismo do SLAYER ao vivo e alguns assuntos pessoais. A entrevista completa (em inglês) pode ser conferida neste link. Alguns dos destaques seguem abaixo.
Artistdirect: Falando de velocidade, as novas canções 'Psychopathy Red' e 'Hate Worldwide' guardam a velocidade e intensidade tradicional do SLAYER.
Tom Araya: "Todos vão amar o novo álbum. É impressionante. É SLAYER clássico. É tudo o que você quer ouvir em um álbum do SLAYER. Vocês não vão se desapontar, por assim dizer".
Artistdirect: Você assiste a muitos filmes quando está compondo?
Tom Araya: "Depende do filme. Se eu estou escrevendo sobre um assunto e por acaso eu assisto um filme que trata do mesmo assunto, idéias vão surgir. Eu vou escrever sobre as cenas que eu vi e vou tentar descrevê-las da melhor maneira possível. Os livros têm esse efeito também. Jeff escreveu sobre 'Unit 731', que era uma unidade médica militar japonesa que fez experiências em pessoas. Um assunto como a filosofia e a teoria sobre as 'queimaduras de frio' me inspirarão (N.T.: Existe alguma filosofia aí???), tipo as diferentes maneiras de sobreviver às queimaduras de frio. Você acha isso na Internet. Você quer ler sobre o assunto e certificar-se de que o que você está cantando é mais ou menos a mensagem que você quer passar. Você tem que fazer um pouco de leitura [risos]".
Artistdirect: Sendo pai, você precisa entrar no "modo SLAYER" antes de ir para o palco ou o estúdio?
Tom Araya: "Isso é algo que eu sempre fiz. Minha vida não mudou nada desde que eu tive filhos. Antes de ir para o palco, nós temos uma 'concentração' de uma hora. É nessa ocasião que eu tento focalizar a minha mente. Não é que eu esteja me 'amplificando', mas eu penso sobre tudo. Eu espero não esquecer das letras. Nessa hora, eu me preparo. Jeff e Kerry aquecem suas guitarras. Fazem alongamentos. Eles 'batem cabeça' enquanto praticam. Nós nos entregamos nesta hora. É o tempo onde nós nos concentramos e ficamos prontos para o show".
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