Dir En Grey: conheça uma das atrações do Maquinaria
Por Emanuel Seagal
Fonte: Dir En Grey Brasil
Postado em 05 de outubro de 2009
Quando, no início de 1997, a banda La:Sadie's anunciou seu fim, quatro de seus integrantes decidiram seguir juntos no ramo da música. Kaoru, Kyo, Die e Shinya uniram-se a um novo baixista, Toshiya, e em fevereiro do mesmo ano, o Dir en grey foi oficialmente formado.
Lançaram seu primeiro mini álbum, MISSA em julho de 1997, que remete ao estilo "indie" da banda anterior, mas que varia do calmo ao pesado em apenas seis músicas. Depois desta estréia, no ano seguinte, os singles lançados pelo Dir en grey começaram a revela-los aos olhos da mídia; -I'll- alcançou o 7º lugar no ranking da Oricon.
O primeiro full álbum da banda contou com a produção do ex-baterista do X JAPAN, Yoshiki. Intitulado GAUZE, o álbum foi lançado em 1999 e obteve grande repercussão, sendo seguido por uma turnê de promoção. Turnês, aliás, vieram a se tornar o forte da banda, que se foca na expressão de suas músicas durante as performances ao vivo.
2000 iniciou-se com o lançamento do single Myaku e do vídeo do show realizado no Osakajo Hall. Depois de mais alguns singles, a segunda turnê do ano foi subitamente interrompida por um problema de saúde do vocalista, Kyo - 25 shows foram remarcados. Apesar das dificuldades, em setembro o álbum MACABRE foi lançado, apresentando ao longo de suas treze faixas uma diversificação musical única.
O ano seguinte contou com o single de ain't afraid to die - uma música belíssima, mas que nunca foi incluída em um álbum - e a compilação de remixes Kai. Mais tarde, no final de 2001, o Dir en grey lançou mais três singles antes do lançamento de seu próximo álbum, Kisou, em janeiro de 2002. Com um som ainda mais pesado e único, a banda provou sua capacidade de variar e criar. Depois do Kisou, foi hora da banda deixar o Japão para realizar sua primeira turnê na Ásia.
Letras mais caóticas e críticas e um som mais pesado fundiram-se ao que o Dir en grey já era no mini álbum six Ugly, lançado em julho de 2002, que veio acompanhado de um single do álbum seguinte. O lançamento deixou claro que o estilo e a aparência da banda não eram, de modo algum, fixos.
Foi em setembro de 2003 que o álbum VULGAR trouxe consigo uma 'revolução' no estilo da banda. Letras mais explícitas - e até mesmo políticas -, carregadas de uma ironia amarga, somaram-se à música mais pesada e violenta, resultante de várias influências musicais em combinações novas e aperfeiçoadas. A imagem deles, também, se tornava cada vez mais poderosa e obscura.
O Dir en grey era àquela altura uma das bandas de rock mais conhecidas na Ásia, mas logo eles trariam seu nome pessoalmente também ao ocidente.
2004 foi um ano marcado principalmente por incansáveis turnês. Após dois singles que confirmaram a constante inovação musical da banda, foi a vez do álbum Withering to death. ser lançado, já no início de março de 2005.
Com músicas ainda mais expressivas e letras mais dolorosas, o álbum apresenta um som mais maduro. No meio do ano, o Dir en grey expandiu sua turnê para a Europa e ainda participou de diversos festivais de rock europeus, como o Rock am Ring na Alemanha, no que foram suas primeiras apresentações no ocidente.
Em sua turnê "It Withers and Withers", os ingressos para os shows de Paris e Berlim esgotaram em poucas horas , sendo que não houve nenhuma divulgação das apresentações a não ser através do boca-a-boca ou na internet.
Um novo single, CLEVER SLEAZOID, foi lançado em setembro, trazendo a promessa de um novo álbum. O sucesso no ocidente foi evidente. Logo os álbuns e DVDs mais recentes da banda ganharam versões para a Europa, sob o selo da gravadora Gan-Shin, alemã.
No início do ano seguinte, ocorreu o que já se esperava há muito tempo: Dir en grey foi aos Estados Unidos, onde se apresentou para a imprensa no SXSW Festival e ainda fez dois shows, um em Nova York e outro em Los Angeles. O resultado foi positivo, as apresentações repercutiram na mídia, sendo feita uma reportagem sobre a banda na Billboard. O álbum Withering to death. também ganhou uma versão americana, seguindo os passos do sucesso do Dir en grey na Europa.
Em 2006 a banda se dedicou bastante às apresentações no ocidente. A convite, participou da turnê Family Values, organizada pelo Korn, nos EUA. Também apresentou-se duas vezes na Alemanha, em Berlim e Colônia. Na metade do ano houve o lançamento do single "Ryojoku no Ame", novamente dando indícios de outro foco de inspiração musical para o grupo. O lançamento de outro single, "Agitated Screams of Maggots" trouxe um som mais pesado e violento, que veio a se tornar presente no álbum seguinte da banda, o violento e macabro The Marrow of a Bone.
Em fevereiro de 2007, Dir en grey realizou sua primeira turnê norte-americana, passando por 17 cidades, enquanto lançavam seu sexto Album, The Marrow of a Bone.
Realizaram novas turnês pela Europa e Japão nos meses seguintes e lançaram um novo single, Dozind Green.
No começo de 2008, começou a gravação do sétimo album, Uroboros, lançado mais tarde, em primeiro de agosto.
Apresentaram-se ainda no mesmo ano, no Hide Memorial Summit, em 4 de maio, juntamente com X Japan, Luna Sea, entre outros grandes nomes.
No final de 2008, realizaram mais uma turnê pelos Estados Unidos, dessa vez passando tambem pelo Canadá.
Em 29 de dezembro, realizaram um show no Osaka-jo Hall, "Uroboros -Breathing-", onde não tocavam desde dezembro de 1999.
No começo de 2009, a banda começou a promover o album "Uroboros" em uma nova turnê, entitulada "Tour 09 Feast of V Senses", interrompida brevemente devido ao diagnóstico de edema na laringe do vocalista Kyo.
Atualmente, estão realizando shows por toda Europa, incluindo aparições no Rock am Ring e no Rock im Park, iniciando shows no Download Festival,Nova Rock e Metaltown.Ainda esse ano, realizarão seus primeiros shows na Itália e na República Tcheca.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O disco nacional dos anos 70 elogiado por Regis Tadeu; "hard rock pesado"
Como uma canção "profética", impossível de cantar e evitada no rádio, passou de 1 bilhão
Playlist - Uma música de heavy metal para cada ano, de 1970 até 1999
A banda de rock que lucra com a infantilização do público adulto, segundo Regis Tadeu
Registro do último show de Mike Portnoy antes da saída do Dream Theater será lançado em março
As duas músicas do Metallica que Hetfield admite agora em 2026 que dão trabalho ao vivo
Max Cavalera só curtia futebol até ver essa banda: "Virei roqueiro na hora"
A música do Angra que Rafael Bittencourt queria refazer: "Podia ser melhor, né?"
A música de Raul Seixas que faria ele ser "cancelado" nos dias de hoje
"Morbid Angel é mais progressivo que Dream Theater", diz baixista do Amorphis
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
"Obedeço à lei, mas não, não sou de direita", afirma Dave Mustaine
25 bandas de rock dos anos 1980 que poderiam ter sido maiores, segundo o Loudwire
John Lennon criou a primeira linha de baixo heavy metal da história?
A contundente opinião de Anders Fridén, vocalista do In Flames, sobre religião
Lemmy e o solo de baixo que mudou a história do instrumento no rock lá em 1964
Noel Gallagher relembra encontro com Paul McCartney e U2 em bar de São Paulo
O subgênero do rock que as letras são horríveis e sem significado, segundo Frejat


Kerrang: os 10 clipes mais ofensivos de todos os tempos


