Type O Negative: a melhor capa da história da Roadrunner

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Por Carlos Henrique Schmidt, Fonte: BraveWords, Tradução
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Desde 1910 músicos têm associado as artes visuais com sua produção fonográfica no formato da toda-poderosa capa de disco. E desde 1987, a Roadrunner Records tem sido uma fonte de imagens visualmente deslumbrantes e perturbadoras no vasto mundo da arte em discos, mas ainda assim honrando a tradição. Seja usando uma imagem para dar o tom do que vai sair dos falantes, ou como meio de marcar eternamente uma gravura com um título, não há dúvida da força da capa do disco - e é por isto que o selo revisou todo e cada disco lançado pela Roadrunner Records nos EUA para achar as maiores capas em sua história.

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Votados pelo staff da Roadrunner ao redor do mundo, mostrando o icônico contra o blasfemo, o pintado contra o fotografado, assim como a arte encontrada contra a arte licenciada, nós lhe mostramos as "Dez Maiores Capas de Disco na História da Roadrunner" - uma de cada vez.

A banda gótica do Brooklyn TYPE O NEGATIVE podia ter avisado aos fãs para não confundir "falta de talento com genialidade" na contracapa do disco, mas não há como negar que o grupo achou seu ponto equilíbrio com esta obra prima de 1993 - e o primeiro álbum da Roadrunner a alcançar status de ouro (nota do tradutor: 500,000 cópias vendidas para o ouro, mas o álbum atingiu plantina depois com mais de 1 milhão de cópias vendidas. Fonte RIAA).


Igualmente perversa e romântica, a mensagem do "Bloody Kisses" foi uma versão mais refinada da perspectiva "quebrado, espancado e com cicatrizes" da banda, mas ainda cheia de um denso sarcasmo auto-depreciativo da cena gótica ao qual eram associados. Sonoramente, nos negros tons melancólicos encontram melodia mais simples, reforçando assim a acessibilidade para um público mais amplo acrescido como resultado.

Singles contagiantes como "Black No. 1 (Little Miss Scare-All)" e "Christian Woman" dominaram as ondas de rádio, e catapultaram a banda para a ribalta. E a imagem icônica que representa a sua obra prima, não prejudicou o mesmo: uma foto de duas mulheres em um abraço apaixonado, a representação visual de um beijo de sangue em seus lábios, este foi um álbum que despertou curiosidades e irradiou sucesso.

No encarte da "Edição Top Shelf" do álbum, o vocalista Peter Steele explica a capa, dizendo: "Acho que foi minha ideia. Eu não estou realmente certo de como ela surgiu, mas não há nada melhor do que ter duas flores em um lugar ao mesmo tempo,então foi isto que fizemos. Eu ainda reclamo que está sem cor".

O tecladista Josh Silver adiciona, "Eu acho que Peter tinha uma idéia mais obscura em mente, mas ele gosta de lésbicas por isso está Ok".



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Sobre Carlos Henrique Schmidt

Graduado em Computação e Administração, a paixão pela música pesada surgiu nos primeiros anos da adolescência e permanece até os dias de hoje. Apesar da preferência pelos estilos mais x-tremos da música pesada (Black, Death, Grind), o seu universo musical não limitado por estes rótulos, mas pelo que a música em si transmite.

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