Dir en grey: live report do último show em NY
Por Emanuel Seagal
Fonte: JaMe Brasil
Postado em 19 de junho de 2010
14 de novembro foi um dia frio e chuvoso, mas isso não impediu os fãs de fazerem fila antecipadamente para o último concerto do evento de três noites na cidade de Nova Iorque. Quando os portões se abriram, multidões de pessoas adentraram o local, impacientes para se aquecerem após tomar chuva por um tempo considerável. Enquanto o público esperava o show começar, o clima estava repleto de excitação e expectativa, com os fãs conversando sobre suas grandes perspectivas para o último show em Nova Iorque.
Não demorou muito até as luzes do Blender Theater — um local consideravelmente menor que aquele onde a banda havia tocado em Nova Iorque — se apagarem e aparecesse a banda de abertura, SUICIDE CITY. Ela despertou a plateia com a sua performance altamente enérgica. Após envolver o público e encorajar a multidão a gritar pelo Dir en grey durante todo o seu repertório, a tensão só cresceu, enquanto clamores pelo Dir en grey preenchiam todo o local.
Os integrantes surgiram, um de cada vez, do lado direito do palco e pegaram seus instrumentos, com SA BIR tocando ao fundo. Quando eles se ajustaram devidamente aos seus lugares, SA BIR parou, e a banda começou imediatamente a tocar OBSCURE. Die e Kaoru permaneceram em seus lugares, fazendo headbangs ocasionalmente, enquanto Toshiya se mostrava o mais ativo no início, girando pelo palco, balançando sua roupa — que mais lembrava um kilt escocês — para os lados enquanto agitava severamente seu baixo com o seu toque violento.
Merciless Cult foi a próxima. A bateria de Shinya estava impressionante como sempre, e, durante o refrão da música, todos os membros da banda moviam-se freneticamente, curvando a cintura e se inclinando em curtos headbangs. Kyo gritava "New York!" e deixava a plateia cantarolar alguns versos antes de continuar a cantar. Kaoru e Die se observavam de um lado a outro do palco, mantendo o toque das guitarras em perfeita sincronia. A temperatura local estava aumentando e, depois de algumas músicas, Kyo tirou a camisa, suando com a intensidade do show.
Leia mais detalhes, veja tracklist e foto:
http://jame-world.com/br/articles-63213-dir-en-grey-ao-vivo-em-nova-york.html#ixzz0rCM8vNAH
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O lendário álbum dos anos 1970 que envelheceu mal, segundo Regis Tadeu
Bruce Dickinson sobe ao palco com o Smith/Kotzen em Londres
A música mais ouvida de cada álbum do Megadeth no Spotify
Nenhuma música ruim em toda vida? O elogio que Bob Dylan não costuma fazer por aí
A opinião contundente de Andre Barcinski sobre "Lulu", do Metallica; "Tudo é horrível"
As 11 melhores bandas de metalcore progressivo de todos os tempos, segundo a Loudwire
Ex-Engenheiros do Hawaii, Augusto Licks retoma clássicos da fase áurea em nova turnê
Slash aponta as músicas que fizeram o Guns N' Roses "rachar" em sua fase áurea
10 clássicos do rock que soam ótimos, até você prestar atenção na letra
Max Cavalera celebra 30 anos de "Roots" com dedicatória especial a Gloria Cavalera
O grande erro que Roadie Crew e Rock Brigade cometeram, segundo Regis Tadeu
Os 3 álbuns que são obras-primas do southern rock, segundo Regis Tadeu e Sérgio Martins
Por que a voz de Bruce Dickinson irrita o jornalista Sérgio Martins, segundo ele mesmo
A música dos Beatles que ganhou elogios de George Martin; "uma pequena ópera"
Bruce Dickinson cita o Sepultura e depois lista sua banda "pula-pula" favorita
Como ficaria o "Big Four" do grunge, de acordo com lista publicada pelo Loudwire
David Coverdale revela a sua canção preferida; "É a música de Rock perfeita"
Jimi Hendrix: De Seattle para a eternidade



Kerrang: os 10 clipes mais ofensivos de todos os tempos



