Phil Anselmo: "O problema era o tranquilizante que eu tomava!"

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Por Nathália Plá, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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Philip Anselmo (DOWN, PANTERA, ARSON ANTHEM, SUPERJOINT RITUAL) está na capa da edição de dezembro de 2010 da revista Decibel. Na história de sete páginas que vem na revista, Anselmo afirma que ele espera um dia reconciliar com seu antigo colega de banda no PANTERA Vinnie Paul Abbott, depois de ficar sem falar com o baterista por vários anos. "Eu não posso julgar o cara," disse Anselmo. "Eu não vou julgar o cara. Ele viu algo tão traumático [refindo-se ao assassinato do irmão do Vinnie Paul e antigo guitarrista do PANTERA, 'Dimebag' Darrell Abbott, que aconteceu em dezembro de 2004 no palco em um bar em Columbus, Ohio]. Espero que ele encontre alguma paz. Paz de verdade – não encoberta com bebidas e bares de strip. Porque eu amo o Vince. Eu tenho uma afeição muito profunda por ele por causa do que alcançamos juntos, então, meus maiores desejos são de que um dia, talvez, ele queira conversar."

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Após Dimebag ser assassinado, Anselmo ficou sem dar entrevistas por mais de um ano. "Eu precisava ficar longe de tudo e colocar minha cabeça no lugar antes de falar com qualquer um," ele disse à Decibel. "Eu tive de digerir o assassinato do meu guitarrista, e eu não ia fazer isso diante da imprensa. Eu disse umas coisas ridículas para a imprensa no passado. Eu admito. Mas eu me coloquei nessa posição, então eu não vou culpar ninguém. Eu sei que tudo o que fiz ontem ficou marcado, mas isso não me perturba. Tudo o que posso fazer hoje é a coisa certa".

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Anselmo disse que ele tem total consciência de suas performances anteriores na imprensa. "Quando você vê todas essas velhas entrevistas e eu falo errado quando converso, não é heroína. É um remédio chamado Soma [um relaxante muscular que age bloqueando sensações de dor entre os nervos e o cérebro] e parece muitas vezes pior que heroína. Mas eu ainda estava passando pela fase de vício em drogas. 'Oh, tenho de fazer uma entrevista? Deixa eu tomar esse remédio para que eu fique relaxado e tranquilo,'" ele ri. "Eu estava tranqüilo, de fato. Eu via e sentia como se eu tivesse tomado um tiro no rosto com uma arma de tranqüilizante. Eu parecia um retardado, cara".

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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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