Metallica: Lars Ulrich fala sobre jam de "Am I Evil?"

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Por Nathália Plá, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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O baterista do METALLICA, Lars Ulrich, foi entrevistado na edição da manhã de quinta-feira, 4 de novembro do programa "The Kevin & Bean Show" da estação de rádio de Los Angeles KROQ-FM (106.7).

Quando perguntado sobre o evento histórico que ocorreu quando o METALLICA se reuniu no palco com os membros do MEGADETH, SLAYER e ANTHRAX durante o show no Sonisphere em 22 de junho de 2010, em Sofia, Bulgaria, para uma performance da música do DIAMOND HEAD, "Am I Evil?", Ulrich disse, "Pareceu certo porque essa coisa estava sendo transmitida para alguns milhares de cinemas de todo o mundo e teve esse elemento histórico nisso de pegar todo mundo e tocar uma música juntos pareceu legal. Então, obviamente não queríamos fazer uma música do METALLICA, então achamos que algo que seria próximo para todos seria a música 'Am I Evil?' dessa banda muito influente e inspiradora para todos nós chamada DIAMOND HEAD. E o legal da 'Am I Evil?' — com todo respeito ao Brian Tatler [guitarrista do DIAMOND HEAD], que compôs a música — é como se fosse a... digamos a 'Smoke On The Water' das músicas do Metal dos anos 80. Não é a música mais desafiante de se tocar na guitarra. Foi certamente uma das músicas mais fáceis e em um grande estádio com 75.000 pessoas, ela meio que nos traduz, em matéria de som, e soa muito bem. Então nós juntamos todo mundo na sala de ajustes antes do show e todos meio que aprenderam os básicos da 'Am I Evil?' e então todos os outros músicos das outras três bandas vieram e se juntaram a nós. E nós tivemos umas baterias extras e outras coisas lá. Foi um momento para todos nós que crescemos juntos nesse cenário e para todos os fãs que cresceram com todas essas bandas para ver... Houve tanta coisa ao longo dos anos... A imprensa tentou nos colocar uns contra os outros e toda essa bobagem de competitividade e todas essas questões de ego e esse tipo de coisa. Nós, os membros das bandas, sabíamos que passaríamos por isso e teríamos muito mais amor e respeito pelos outros, mas acho que para os fãs, foi importante eles terem a chance de ver que todos estávamos tocando bem, me entende?!"

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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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