Mötley Crüe: Tommy Lee fala sobre turnê com o Poison

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Por Nathália Plá, Fonte: Blabbermouth.net, Tradução
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Rick Florino do ARTISTdirect.com entrevistou recentmente o baterista do MÖTLEY CRÜE, Tommy Lee. Seguem alguns trechos da conversa.

ARTISTdirect.com: Como surgiu a idéia da turnê MÖTLEY CRÜE e POISON?

Tommy: Há algum tempo, é algo que os fãs vinham pedindo. Quando os promoters e gente o bastante começam a te pedir para fazer uma coisa, você fica tipo, "Ah, tá bom, legal! Vamos fazer!" «risos»

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ARTISTdirect.com: Então a turnê foi criada por conta dessa demanda?

Tommy: Bem isso! Definitivamente foi assim que a bola começou a rolar. Então, começamos a cogitar alguns nomes de bandas. O NEW YORK DOLLS veio primeiro, e foi tipo, "Isso parece ótimo!" Foi como tudo começou.

ARTISTdirect.com: Você se lembra da primeira vez que ouviu Poison?

Tommy: Acho que a primeira vez que vi ou ouvi foi um vídeo. Foi a "Talk Dirty To Me". Lembro de vê-los, e eu fiquei viajando, tipo, "Uau, esses caras são meio que tipo a gente!" «risos» Tinha algo musicalmente um pouco diferente, que eu lembro de ter gostado. Era menos metal ou rock; era mais pop. Era mais como CHEAP TRICK. Mesmo nos riffs, dava pra ouvir. Achei que o riff da "Talk Dirty To Me" era meio como um riff do CHEAP TRICK. Eu era um grande fã do CHEAP TRICK quando estava crescendo e essa é minha primeira experiência com o POISON.

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ARTISTdirect.com: Há alguma chance de vocês e o POISON dividirem o mesmo palco juntos?

Tommy: Ainda é cedo! Quem sabe? Nunca se sabe esse tipo de coisa. Vamos ver o que vai acontecer.

ARTISTdirect.com: Vocês estão trabalhando em música nova?

Tommy: Ainda não começamos. O Nikki «Sixx, baixista» está ocupado fazendo música para outros projetos. Todos tem feito suas coisas. Muitas vezes compomos durante a checagem de som. Alguém vem com uma batida ou um riff e dizemos, "Alguém grave isso rápido! Isso é loucura!" É raro estarmos todos os quatro juntos a não ser que estejamos em turnê. Sempre é um bom lugar para reservar algumas idéias. Eu tenho um estúdio no meu ônibus também. Tenho certeza de que nesse verão acabaremos conseguindo alguma coisa. Vamos ver o que acontece até sair música nova.

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Leia a entrevista na íntegra (em inglês) no ARTISTdirect.com.




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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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