Michael Anthony: "Eddie Van Halen me considera um traidor"

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Por João Renato Alves, Fonte: Blog Van do Halen
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Matéria de 28/06/11. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

Michael Anthony bateu um papo com o Ultimate Classic Rock sobre vários assuntos. Confira alguns trechos.

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Entre o Van Halen e o Chickenfoot, você considerou gravar solo?

Cheguei a preparar algo. As pessoas perguntavam “Ei, porque não forma uma banda e faz alguns shows?”. Não queria fazer como Roth, que juntava um grupo e saía tocando Van Halen, seria ridículo. Quando saí em turnê com Sammy, paralelamente organizava essa coisa chamada Mad Anthony Express. Mas na seqüência iniciamos o projeto Planet US, que foi deixado de lado para a reunião do Van Halen em 2004. Vendo como as coisas aconteceram, talvez devêssemos ter ficado com o Planet US, já que as coisas não ocorreram harmoniosamente.

Só aceitei fazer aquela excursão porque se fosse a última da banda e eu não estivesse lá, me culparia pelo resto da vida. Mas Eddie não me queria lá por me considerar um “traidor”, por ter tocado com Sammy fora do Van Halen. Mas não queria ficar parado, como eles.

Verdade? Achei que eles estavam em estúdio, trabalhando em algo.

Eddie sempre está no estúdio. Ele dizia que eu poderia aparecer a qualquer momento. Mas na verdade, a última vez que trabalhamos juntos foi quando Gary Cherone estava conosco. Eu ia lá, ficava sentado e não tocava uma nota, já que ele tomava conta de tudo. Ou era ele que não aparecia, até surgir com seu roupão de banho às quatro da tarde, depois de ficarmos lá desde as dez da manhã. Para mim, não é um modo produtivo de se trabalhar.

Sobre o Chickenfoot, vocês já sabem quem vai substituir Chad quando ele estiver excursionando com o Red Hot Chili Peppers?

Já temos algumas possibilidades, mas não quero falar em nomes. Alguns grandes bateristas estão interessados. Acho que vamos levar em consideração mais o lado de relacionamento. Chad não será substituído, quando puder, voltará a tocar conosco. Mas vários pesos pesados querem se juntar à gente.

Ser um nome conhecido conta?

Não estamos baseando a escolha nisso. Se o cara for bom e se encaixar, beleza. Mas é claro que se tiver um nome e as pessoas se familiarizarem, melhor.

Uma última pergunta. Com todo whisky e pimenta, como seu estômago segue intacto?

Quer saber? Não fico pensando nisso. Meu medico diz que está tudo bem. Tenho certeza que um dia acordarei, colocarei pimenta em algo e vou comer. Minha próxima refeição será papinha de bebê. Vou deixar rolar até que isso aconteça.

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Sobre João Renato Alves

27 anos, jornalista formado pela Universidade de Cruz Alta. Kissmaníaco inveterado, um verdadeiro apaixonado pela banda de Gene Simmons e Paul Stanley. Idolatra com quase a mesma paixão Queen, Van Halen e Black Sabbath. Aprecia desde o Rock dos anos 50 (Elvis, Little Richard, Chuck Berry, entre outros) e 60 (Beatles, Rolling Stones, The Who, Led Zeppelin...), Hard Rock dos 70's (AC/DC, Deep Purple, Alice Cooper...) e 80's (Mötley Crüe, Def Leppard, Europe, Talisman...), Metal Tradicional (Judas Priest, Dio, Ozzy...), NWOBHM (Iron Maiden, Saxon, Angel Witch...) e Thrash oitentista (Slayer, Destruction, Kreator...). Já teve um programa de rádio, chamado "Lavagem Cerebral", na Unicruz FM. Solteiro e seguidor das idéias de Gene Simmons em relação ao casamento.

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