Shadowside: entrevista com Dani Nolden ao Road To Metal

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Por Débora Reoly, Fonte: Road To Metal
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O Blog Road To Metal entrevistou Dani Nolden, vocalista da banda SHADOWSIDE, uma das principais bandas brasileiras que levam o nome do Brasil para o exterior.

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Confira um trecho da entrevista:

RtM: Sabemos que existem milhares de bandas com vocais femininos, sobretudo no Gothic e Symphonic Metal. Mas vocês apostam em outra sonoridade, sem vocais líricos ou guturais (depois de Angela Gossow, a mulherada quer cantar agressivamente, rs). Como é para você Dani e para o resto da banda apostar nessa formação?

Dani: Para mim não é algo como apostar em uma formação assim. Eu sou o que sou, não posso mudar isso, seja isso bom ou ruim (risos). Quando eu comecei a cantar, não existiam bandas de Metal com vocais femininos, exceto a Doro, porém eu não a conhecia... eu escutava inicialmente bandas como Guns n' Roses, Skid Row e depois Judas Priest, Deep Purple, Iron Maiden e como eu gostava dessas coisas, eu tentava cantar como eles. Antes da Angela Gossow aparecer, eu fazia alguns vocais guturais em minha banda anterior ao Shadowside (NE: Dark Eden). Eu simplesmente era livre de preconceitos... eu não sabia o que era normal ou comum para uma mulher fazer, então eu fazia o que me dava vontade. Então nunca foi para ir contra uma tendência ou seguir alguma banda... e acredito que os rapazes se sentem da mesma forma. Nós fazemos Metal e escrevemos músicas que achamos que fica legal na minha voz, como qualquer banda formada apenas por homens. Eles não pensam em mim como uma mulher e sim, como a pessoa que canta na banda deles. Eu adoro que é assim... dessa forma não preciso limitar o que minha voz pode fazer.

RtM: O álbum "Dare to Dream" foi produzido por Dave Schiffman (System of a Down, Audioslave, Avenged Sevenfold e outros). Qual foi a diferença entre as duas gravações e na época a mídia especializada tinha dito que vocês teriam deixado um pouco o lado mais agressivo e mesclado influências do Hard, por exemplo. Vocês concordam com essa diferença entre seus trabalhos?

Dani: Eu acho que as influências de Hard Rock sempre estiveram lá, mas realmente o Dare to Dream é um pouco menos agressivo que o Theatre of Shadows. Dare to Dream é mais balanceado, tem partes bem mais pesadas que qualquer música do Theatre, porém no geral ele é menos intenso e mais musical. Nós não queríamos fazer o Theatre parte II, queríamos fazer um novo disco do Shadowside, explorar coisas que tínhamos vontade e que não apareceram no trabalho anterior.

A entrevista na íntegra você acessa pelo link:
http://roadtometal.blogspot.com/2011/08/entrevista-shadowsid...




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Sobre Débora Reoly

Débora Reoly era gaúcha de Ijuí, formada em Pedagogia e Turismo e dona da agência de viagens Rocktour, especializada em excursões a shows na América do Sul. Seu lema era "A vida não é um show de Rock. São vários!". Débora morreu em 2017, de uma doença auto-imune. Facebook: www.facebook.com/debora.reoly.

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