Dio: 1º parte de discografia comentada no Minuto HM

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Por Alexandre Bside e Flávio Remote
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Matéria de 25/12/11. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

O MInuto HM está fazendo, desde maio de 2011, uma série de homenagens a Ronnie James Dio. Entre estas homenagens, está a longa votação por álbum, que compreenderá toda a carreira fonográfica em álbuns oficiais de estúdio a partir da entrada de Dio na então recém formada banda de Ritchie Blackmore ao sair do Deep Purple – o Rainbow, com o álbum Ritchie Blackmore´s Rainbow de 1975. Consideramos que a partir deste momento, Ronnie James Dio encontra o seu verdadeiro estilo, e vai desenvolvendo-o nos álbuns e bandas subseqüentes.

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Ao final das etapas eliminatórias de cada disco, o Minuto HM publica um post apresentando os resultados das votações e, logo na sequência, um post especial, em forma de resenha, do disco em questão.

A metodologia das pesquisas pode ser entendida em:
http://minutohm.com/2011/05/16/ronnie-james-dio-serie-de-pes...

O primeiro capítulo desta discografia é do álbum Ritchie Blackmore’s Rainbow. Confira um pouco do texto e acesse o Minuto HM para curtir o restante deste primeiro capítulo.

Neste primeiro capítulo da Discografia de Dio, que abrangerá seus trabalhos entre o Rainbow e o Heaven And Hell, traremos os caminhos que fizeram Ritchie Blackmore juntar-se com Ronnie ainda ao fim do ano de 1974 e formar o que seria ainda que por poucos anos uma das superbandas dos anos 70. Em 1975 é lançado o primeiro álbum do Rainbow, intitulado simplesmente Ritchie Blackmore’s Rainbow.

Pra entender o que acontecia antes deste lançamento, Blackmore, considerado na época um dos grandes guitarristas do gênero, estava insatisfeito com os rumos que o Deep Purple seguia. Após a saída de Ian Gillan e Roger Glover em 1973, com a chegada de David Coverdale e Glenn Hughes, a banda lança no início de 1974 o álbum Burn que é sucesso de crítica e público. A mudança na formação, no entanto, traria mudanças na sonoridade da banda e o álbum seguinte, Stormbringer, lançado no fim do mesmo ano desagradou Ritchie pela característica funky trazida, sobretudo por Glenn Hughes. Não confundamos este funk – influência notória em Glenn Hughes, de Stevie Wonder, James Brown e artistas da gravadora Motown do início dos anos 70, com o posterior funk carioca, que nada tem a ver com o Purple de Stormbringer. Outro motivo de insatisfação foi o fato da banda não ter regravado neste álbum uma cover que Ritchie desejava incluir: Black Sheep of the Family, música da banda Quatermass.

Por outro lado, Ronnie Dio e sua banda Elf haviam sidos descobertos por Roger Glover e Ian Paice em 1972, o que motivou ambos a produzirem o primeiro álbum de estúdio do Elf. Glover produziu o segundo e o terceiro álbum da banda também, que foi convidada a excursionar como banda de abertura do próprio Purple nos anos subsequentes. Dio também faz uma participação no álbum-solo de Roger Glover lançado em 1974, chamado The Butterfly Ball. As turnês do Elf abrindo para o Purple chamam a atenção de Ritchie Blackmore, em particular pelas perfomances vocais de Ronnie. Cabe aqui ressaltar que quando da substituição de Gillan no Purple apenas por Hughes inicialmente, Ritchie já havia exigido outro vocal mais forte para completar o cargo. A preferência por vocais mais poderosos é percebida logo após na admiração por Ronnie James Dio.

Ritchie aproveita uma folga na turnê americana e no dia 12/12/74 grava na Flórida a cover que lhe foi negada pelo Purple, com Dio nos vocais e a participação de músicos de bandas como ELO e Procol Harum, além do baterista do Elf, Gary Driscoll. Nessas sessões de estúdio compõe de maneira muito rápida com Dio a faixa Sixteenth Century Greensleeves, que seria lançada no lado B deste compacto. Cada vez mais desiludido com o Deep Purple, Blackmore decide então fazer um álbum solo e grava com todos os membros do Elf (exceto o guitarrista) entre o final de fevereiro e o início de março de 1975, em Munique, Alemanha, o que seria o seu álbum solo Ritchie Blackmore’s Rainbow. O álbum é co-produzido por Dio, Blackmore e pelo renomado Martin Birch, que já havia trabalhado como engenheiro de som em quase todos os álbuns do Deep Purple até então. No repertório, as duas faixas gravadas em dezembro de 74, outras seis faixas inéditas, todas compostas pela dupla Dio/Ritchie e uma nova cover, a versão instrumental de Still I’m Sad, gravada originalmente pelos Yardbirds em 1965.

Continue a leitura deste capítulo no Minuto HM:
http://minutohm.com/2011/06/12/discografia-homenagem-dio-par...

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