Justice: música eletrônica é um processo, não um gênero

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Por Michel Pozzebon, Fonte: Revista Veja
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Em 2007, o duo francês de música eletrônica Justice com o seu disco de estreia, (conhecido como "Cross"), instituiu o chamado electro rock, considerado o que havia de mais moderno e inovador na cena eletrônica. Esse "fenômeno" naquele momento fez com que uma legião de músicos se inspirassem em Xavier de Rosnay e Gaspard Augé.

Há alguns anos morando em países diferentes - Augé continuou em Paris, mas Rosnay se mudou para Londres com sua família - a dupla faz músicas basicamente a distância, pelo computador. Em recente entrevista concedida à Revista Veja, o duo disse categoricamente que a música eletrônica não é um gênero. "Para nós, a música eletrônica é só um processo, não um gênero. Não temos TV nem rádio. Mas sentimos que a música pop nos atrai menos hoje do que há alguns anos", comentou Augé.


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Sobre Michel Pozzebon

Jornalista gaúcho apaixonado por música desde piá, na época em que o mini vinil das ¨Borbulhantes da Pepsi¨ era a novidade no mercado fonográfico. Nas instrumentações musicais preferidas estão a percussão de latinha, assobio e a pedra tocada na água. Como hobby edita o Zine Musical. Em sua pinacoteca, discos e vídeos que vão de Zé do Belo e Toni da Gatorra a Jean-Luc Ponty e Johann Sebastian Bach.

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