Guns N' Roses: Dizzy explica o porquê de pianos e Pitman

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Por Nacho Belgrande, Fonte: Playa Del Nacho
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O site norueguês METAL EXPRESS RADIO conversou recentemente com o tecladista do GN’R MKVII, Dizzy Reed. Dentre os tantos assuntos geralmente abordados, um trecho da entrevista foi selecionado por nós, e é ele que você pode ler traduzido abaixo.

MER: Você tocou teclado com o Guns N’ Roses nos dias dos álbuns ‘Use Your Illusion’ em 1990, quando foram gravados. A banda começou como um grupo básico de rock n’ roll, mais voltado pro som da guitarra. Por que você acha que eles sentiram necessidade de trazer um tecladista?

Reed: "Eu acho que a banda só queria expandir seus horizontes e poder tocar uma variedade maior de música do que eles faziam quando começaram. Os teclados apenas deram à banda uma dimensão a mais."

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MER: É difícil ver como ‘November Rain’, ‘Estranged’ ou ‘Civil War’ teriam ficado se a base musical da banda não tivesse se expandido.

Reed: "Aquelas músicas foram escritas no piano, e se você tirasse o piano, haveria muitos espaços vazios e muita baqueta esbarrando uma com a outra, seria desse jeito. Elas são grandes canções e ótimas de se tocar."

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MER: Você tem Chris Pitman como segundo tecladista no palco. O que ele acrescentou à banda?

Reed: "Eu acho que se você prestar atenção nas músicas que tocamos ao longo dos anos, especialmente as mais novas, mas também o material de ‘Use Your Illusion’, então poderá perceber que eu só tenho duas mãos. Chris traz uma quantidade incrível de personalidade criatividade às músicas. É bom olhar pro lado e assistir a ele tocando no palco."

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Sobre Nacho Belgrande

Nacho Belgrande foi desde 2004 um dos colaboradores mais lidos do Whiplash.Net. Faleceu no dia 2 de novembro de 2016, vítima de um infarte fulminante. Era extremamente reservado e poucos o conheciam pessoalmente. Estes poucos invariavelmente comentam o quanto era uma pessoa encantadora, ao contrário da persona irascível que encarnou na Internet para irritar tantos mas divertir tantos mais. Por este motivo muitos nunca acreditarão em sua morte. Ele ficaria feliz em saber que até sua morte foi motivo de discórdia e teorias conspiratórias. Mandou bem até o final, Nacho! Valeu! :-)

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