Kreator: "Sempre tentamos nos reinventar"

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Por Fernando Portelada, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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Matéria de 30/10/12. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

Mark Kadzielawa do site 69 Faces Of Rock, conversou com o guitarrista/vocalist Mille Petrozza do grupo alemão KREATOR. Alguns trechos desta entrevista podem ser lidos abaixo:

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69 Faces Of Rock: Como você descreveria a evolução musical do KREATOR?

Mille: “Em cada disco nós sempre tentamos nos reinventar, sem reinventar nosso som ou estilo. Conseguir escrever 13 álbuns que significam algo para as pessoas é difícil. Quando você consegue fazer o 13º você se pergunta: É realmente necessário fazer mais um álbum? Eu ainda tenho algo a dizer? Quer dizer, eu realmente amo fazer música e amo me expressar através da música, mas o KREATOR tem certo conceito definido. Significa que nós achamos um estilo, especialmente com os três últimos discos, de 2001 até agora. Nos últimos 11 anos nós meio que redefinimos nosso estilo e dento deste aspecto musical, podemos fazer qualquer coisa. Há algumas influências neste novo álbum que você normalmente não esperaria encontrar, mas ainda é 100% KREATOR, mas ainda tem umas influências do metal clássico.”

69 Faces Of Rock: Vocês fizeram muitas turnês todos esses anos. Como você mantém sua voz? Afinal, cantar para o KREATOR é bem difícil.

Mille: “É assim que eu sou. Não conheço outro estilo de canto. Você simplesmente tem que curar de sua voz. Não posso abusar do álcool, quase nunca bebo. Estou definitivamente cuidando de mim. Tento comer apropriadamente e ir à academia todos os dias enquanto estamos em turnê. Tento ficar psicologicamente bem. Tento não enlouquecer na estrada. É algo muito fácil de acontecer, quero dizer: você vai a esses lugares onde não há nada e você tem que passar o dia inteiro por lá. Não saímos para o show até o final da tarde e tem muito pouco para se fazer antes disso. Você pode facilmente ficar entediado ou sozinho, algumas vezes, então é importante fazer algo que o mantenha animado, como ir à academia, ler um livro ou ouvir música. É só fazer algo criativo. Quando você cuida do seu corpo e da sua mente você automaticamente cuida da sua voz.”

69 Faces Of Rock: Nos anos 1990 o KREATOR passou por um estágio bem experimental. O que você aprendeu desta época?

Mille: “O aspecto experimental da banda ainda está aqui, simplesmente está em uma forma diferente. Nós começamos a banda quando ainda éramos crianças. Adolescentes. Então, nunca tivemos uma chance de tentar uma coisa ou outra. Nos anos 1990, nós estávamos com vontade de tentar fazer o que quiséssemos. Só queríamos fazer coisas que gostávamos. Talvez tenha sido um pouco de egoísmo ou ignorância para com as pessoas que gostavam do KREATOR, mas nós precisávamos fazer aquilo. Acho que a parte mais importante sobre os álbuns dos anos 1990 soarem diferentes é que experimentamos instrumentos diferentes. Em “Endorama” havia até um quarteto de cordas. Havia todo tipo de coisa acontecendo nos bastidores que normalmente não são partes da banda, como teclados e músicas eletrônicas. Não parecia natural porque não eram nossos elementos naturais em nossa música. Nosso setup normal é composto de duas guitarras, baixo, bateria e vocal, e quando começamos a gravar “Violent Revolution” pensamos em retornar ao básico. Chegar lá e tocar como uma banda. [...]”

Para ler a matéria completa, em inglês, acesse:
http://www.69facesofrock.com/kreator2012_interview.html

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Sobre Fernando Portelada

25 anos, Blogger, Podcaster, Gamer, Leitor de Quadrinhos, Ouvinte de Rock, Jornalista, e chato acima de tudo. Ouviu Imaginations From The Other Side do Blind Guardian aos 13 anos, emprestado por um amigo de escola. Ainda é um de seus álbuns preferidos.

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