O drama suicida de Peter Criss, do Kiss, em 1994
Por Nacho Belgrande
Fonte: Playa Del Nacho
Postado em 09 de outubro de 2012
O ex-baterista do KISS, PETER CRISS, chegou tão perto do suicídio que ele chegou a colocar uma arma em sua boca e preparou-se para puxar o gatilho.
Ele estava sentado em meio aos destroços de seu apartamento em Hollywood depois do terremoto de 1994, que matou 57, feriu quase 900 e causou mais de 20 bilhões em prejuízos.
E apesar dele ter um saco com 100 mil dólares em dinheiro, Criss estava assombrado pelo fato de ele outrora ter valido 12 milhões.
Em um trecho de seu livro, o baterista conta o que ele pensou: "Eu vou morrer em uma merda de apartamento – Jesus, eu não acredito que você vai me levar desse jeito."
O terremoto, que forçou o solo a se mover até 16 metros por segundo, causou a destruição dos discos de ouro de Criss, sua coleção de taças de cristal e o chutou de casa correndo às 3 da manhã, levando o saco de dinheiro que ele estava escondendo de oficiais da receita federal.
Horas depois, quando permitiram que ele entrasse de novo em sua propriedade, ele viu que estava sem energia elétrica e que seu banheiro estava tão destruído que ele não tinha como se lavar da imundicie que acumulara naquele dia.
Criss diz: "eu pensei, ‘por que eu deveria continuar? Pra que eu vivo? Meus dois casamentos foram pra merda. Eu mal vejo minha filha. Eu tenho cem mil, mas já vali 12 milhões no passado’. A vida tinha sido uma porra de pesadelo."
Ele pegou seu Magnum .357 e o colocou na boca. Foi nesse momento que ele pensou em sua mãe, que morrera três anos antes. "Eu sempre dei valor ao quanto ela trabalhara para que eu fosse algo," ele diz. "Então se eu me apagasse, como poderia encontrá-la de novo no céu? De repente, havia um grande sentimento de fé naquele quarto."
Criss largou o revólver e decidiu seguir com sua vida – mas ele reflete: "Aquilo não foi um blefe, porque não tinha ninguém ali pra eu estar blefando."
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