Black Country Communion: Glenn e Joe voltam a se falar

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Por Nathália Plá, Fonte: classicrockmagazine.com, Tradução
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Matéria de 12/11/12. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

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Glenn Hughes afirma que ele e Joe Bonamassa estão se falando após a discussão que azedou o lançamento do último álbum do Black Country Communion, Afterglow.

O comentário veio justo quando o disco alcançou a melhor marca da banda nas paradas, chegando à posição No48 na Billboard dos E.U.A em sua primeira semana de vendas. Em 2011 o segundo álbum, 2, alcançou a posição No71 enquanto o Black Country, de 2010, chegou à de No54.

No fim de semana, Hughes tuitou: “Joe B e eu conversamos na noite passada sobre o amor por nossa banda e nossa querida amizade. Ouvimos nossas vozes em alto e bom som. O BCC vive no Afterglow.”

Posteriormente, ele adicionou uma mensagem para os fãs: “Eu estou tão impressionado com a reação ao Afterglow. Todos nós queremos agradecer a vocês por seu apoio. Significa muito.”

A faixa título do álbum chama atenção por sua mensagem. O tecladista Derek Sherinian diz que ele tem muito orgulho da música enquanto o baterista Jason Bonham a aclama como uma “obra prima”.

Hughes disse à Classic Rock: “Eu me peguei olhando para as letras que estou escrevendo. O rock’n'roll não vai mudar o mundo – o Sting tentou e se ele não consegue, não não conseguiremos. Então o que eu tento fazer é, eu conto às pessoas como é ter sobrevivido a essa guerra que travei para superar meus vícios e meus medos. Eu acredito que as pessoas também passam por isso.”

“Toda essa experiência da composição da Afterglow – Como diabos compusemos isso? Quem é esse cara? Eu me lembro de escrever a música no meu computador. Eu peguei meu violão. Eu nunca usei um capo na minha guitarra antes mas dessa vez eu usei – e me peguei compondo músicas como a Afterglow.“

“Ao ouvir as letras que escrevi nos anos 80 e 70, penso, ‘Que tanto de merda é esse!’ Agora eu sinto que tenho algo a dizer. Sinto que me encontrei como compositor. Eu me tornei um músico melhor e uma pessoa melhor”.

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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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