RECEBA NOVIDADES ROCK E METAL DO WHIPLASH.NET NO WHATSAPP

Matérias Mais Lidas


Outras Matérias em Destaque

O álbum que Bob Dylan gravou e não queria lançar, mas a gravadora lançou e virou um clássico

Marianne Faithfull relembra parceria com o Metallica

Como Tony Iommi usou "ding, dong" pra criar uma música inesquecível do Black Sabbath

O disco clássico dos anos 80 que Kirk Hammett comprou por conta da capa

"Não há ninguém igual a Lemmy na história", diz Phil Campbell

Os cinco momentos mais importantes da história do heavy metal, segundo o Loudwire

O que significa "Todo Amor Que Houver Nessa Vida", do Cazuza/Barão Vermelho

As instruções que Elvis Presley deu a seus seguranças para caso ele fosse assassinato

Os artistas pop de 10 bilhões no Spotify influenciados pelos anos 80, segundo Paulo Ricardo

A comparação de Lemmy Kilmister entre Donald Trump e os roqueiros ricos: "Não vejo sentido"

Os Beatles ajudaram a criar o heavy metal com "Helter Skelter"? Rob Halford responde

Mercado fonográfico vive novo boom com o renascimento do Rock e faturamento bilionário

As letras que John Petrucci, do Dream Theater, mais se orgulha de ter escrito

O grande aprendizado que o Jethro Tull teve com uma banda que intimidava Ian Anderson

Kirk Hammett comenta participação do Metallica em despedida do Black Sabbath


Linkin Park
DTP

Moshpits: uma análise séria do ritual headbanger

Por Fernando Portelada
Fonte: Moshpits Simulation
Postado em 31 de maio de 2013

No link logo abaixo há um curioso simulador de moshpits. Preencha o formulário com diferentes valores, clique nos diferentes botões, e veja o resultado. Não entendeu quase nada? Nós também não. Mas na tradução do texto abaixo os cientistas responsáveis pelo projeto tentam explicar a importância desta simulação. :-)

http://mattbierbaum.github.io/moshpits.js/

Bandos de pássaros e cardumes de peixes são dois exemplos de movimentos completamente coletivos. Por mais que herdar comportamentos animais seja um hábito bem reconhecido dos humanos, estes exibem seu próprio fenômeno padronizado. Por exemplo, pedestres que andam em faixas na calçada ou arquibancadas de estádios fazendo a Onda ["Ôla" no Brasil]. Em situações mais extremas, como aquelas encontradas durante um terremoto ou incêndio, multidões em pânico podem debandar, atropelando outros e causando sérios ferimentos ou até mortes. Ainda que os cientistas tentem entender como construir prédios (ou estádios, casas de shows, etc) para mitigar estes riscos, não é de forma alguma ético instigar um tumulto para os bens da ciência, então estamos limitados a simular evacuações, seja isto com voluntários ou computadores. O problema é que o humano em pânico age de acordo com regras sociais bem diferentes, adicionando certo elemento de incerteza nesta pesquisa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - TAB 1

Para um melhor direcionamento deste problema, nós usamos as condições sociais extremas encontradas em um show de heavy metal, como uma forma de explorar os comportamentos humanos emergentes em circunstâncias atípicas. Para ter uma ideia do que realmente acontece, veja os vídeos no final desta página. As fotos abaixo também ilustram basicamente esta situação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - TAB 2

Evidentemente, concertos de Heavy metal são distintamente diferentes do tráfego normal de pedestres...

Neste trabalho nós analisamos vídeos de show de Heavy Metal postados no Youtube.com. Usando técnicas de rastreio automatizadas para quantificar o movimento da plateia, nós examinamos estatisticamente os personagens de uma grande "roda punk" [mosh pit], um fenômeno coletivo aonde os participantes (moshers) se movem aleatoriamente, colidindo-se uns com os outros em uma maneira não direcionada. Mas para nossa surpresa, nós descobrimos que este comportamento coletivo quantitativamente se assemelha a clássicos gases em um ambiente 2d. Para tentar entender estas razões, usamos uma simulação de rebanho para investigar o fenômeno. Simulações de Rebanho modelam seres vivos como simples partículas, reduzindo complexas dinâmicas comportamentais a poucas regras básicas. Em nosso caso, nós usamos uma população de moshers simulados, que chamamos de Humanoides móveis simulados ativos [Masher, do original]. Estes Mashers ativos se movem em uma tendência de seguir seus vizinhos (o que é chamado tecnicamente de comportamento de rebanho), enquanto os Mashers passivos preferem permanecer parados. Na representação gráfica, os Ativos são as esferas vermelhas, enquanto os passivos são as cinzas, que costumeiramente acabam sendo levadas para o centro da roda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - TAB 3

Mixando a atividade dos mashers, descobrimos que quando colisões randômicas dominam a tendência do rebanho, as estatísticas da "roda punk" são reproduzidas. Por outro lado, quando a situação é reversa e o rebanho domina a aleatoriedade, descobrimos um comportamento de vortex. Olhando para os vídeos novamente, percebemos que as pessoas reais também apresentam este pensamento de redemoinho. Eles são chamados de "circle pits" e espontaneamente emergem na simulação, tornando-se um interessante exemplo do comportamento coletivo em humanos.

Estes resultados têm importantes implicações para o estudo do comportamento das multidões durante uma evacuação, protestos, pânicos e tumultos, sugerindo que certos movimentos coletivos só estão disponíveis em estados de genuína excitação. Por mais que estes fenômenos comumente ocorram em shows de Heavy Metal, eles apresentam novos caminhos para verdadeiramente e de forma consistente estudar a ética coletiva humana em condições extremas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - TAB 4

E você? Já imaginava que aquela roda absurda em um show poderia ser usada para pesquisa e melhora do comportamento em sociedade?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - TAB 5
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - TAB 6
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - WHIP
Divulgue sua banda de Rock ou Heavy Metal
Compartilhar no FacebookCompartilhar no WhatsAppCompartilhar no Twitter

Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps


Linkin Park
DTP


publicidadeEfrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Marcelo Matos Medeiros | Glasir Machado Lima Neto | Richard Malheiros | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Sobre Fernando Portelada

25 anos, Blogger, Podcaster, Gamer, Leitor de Quadrinhos, Ouvinte de Rock, Jornalista, e chato acima de tudo. Ouviu Imaginations From The Other Side do Blind Guardian aos 13 anos, emprestado por um amigo de escola. Ainda é um de seus álbuns preferidos.
Mais matérias de Fernando Portelada.

 
 
 
 

RECEBA NOVIDADES SOBRE
ROCK E HEAVY METAL
NO WHATSAPP
ANUNCIE NESTE SITE COM
MAIS DE 4 MILHÕES DE
VIEWS POR MÊS