Black Sabbath: Geezer Butler fala de vida, animais e religião

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Por Alessandro Eduardo, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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O PureVolume conduziu uma entrevista com o lendário baixista do BLACK SABBATH, GEEZER BUTTLER em setembro de 2013. Segue abaixo trecho da conversa.

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PureVolume: O que te faz feliz, pessoalmente, no seu dia-a-dia quando não está em turnê?

Geezer: Eu vivo em Beverly Hills, e tenho muitos cachorros, então eu tenho que levá-los para passear. Ou apenas me sento à beira da piscina, fico lendo. Meus cães foram todos resgatados - eu resgatei cinco deles agora, mas são como vira-latas. O mais próximo de um de raça é um Cavalier King. Todos eles estavam severamente machucados e nós os resgatamos de vários lugares. Eu tenho sete gatos, também. E alguns escorpiões no quintal. Há vários tipos de coisas da colina daqui onde moro: escorpiões, tarântulas, coiotes e veados. Muitos veados. Isto é ótimo. Quero dizer, aqui é o território deles, não é? Então, somos nós que invadimos o território deles. Você só tem que encontrar a felicidade dentro de você mesmo. E eu tento encontrar essa felicidade resgatando animais - eles são tão amorosos e gratos depois, quando você os dá um bom lar.

PureVolume: Você escreveu a letra de God is Dead? E como Richard Dawkins e depois Christopher Hitchens, é moda ser ateu agora. Mas por que a ciência e a religião não podem co-existir pacificamente?

Geezer: Sim. É sobre isso que essa canção trata. É sobre o cara que está cansado de ouvir que Deus está morto, então ele se propõe a provar o contrário.

PureVolume: Em que o senhor acredita?

Geezer: Eu não sei bem. Eu fui criado como católico, então tenho isso meio que enraizado em mim. Bem, eu não vou a igreja ou coisa assim. Às vezes acho que é como ficção científica, ou um pouco de ficção e em outros momentos volto a rezar para Jesus.. Então, eu realmente não estou convencido sobre nada. Mas quando eu estou em um avião? Eu sempre rezo.

PureVolume: O que você acha que vem a seguir, após essa vida?

Geezer: O quê? Quando eu for enterrado? Eu acho que é apenas morte e é isso. Mas então, quem sabe? Eu já vi vários fantasmas - eu não sei se isso significa alguma coisa. Eu os via quando era criança, em casa. Eu e minha irmã víamos uma mulher velha, descendo as escadas e isso realmente nos assustava. Era um fantasma, flutuando escada abaixo. A casa que eu cresci, era um pouco no velho estilo Vitoriano. Um dia, eu saí do meu quarto, e havia um cara ali parado, olhando para as escadas, vestidos com roupas dos anos 20. E então ele simplesmente desapareceu. Mas tudo isso foi quando eu era criança, por volta dos meus sete ou oito anos, e realmente após isso eu nunca mais vi coisa alguma. Mas quando eu e minha irmã pela primeira vez, nós não imaginávamos o que era. Então, eu não tenho certeza se era um espírito que vive dentro das paredes de um determinado lugar ou o quê. Quem sabe?

PureVolume: Você finalmente anda otimista sobre o futuro?

Geezer: Eu sou uma das pessoas mais sortudas sobre a face da Terra com a minha vida, sabe? Tenho uma grande banda, grande família, grandes amigos em minha volta, então não tenho razões para ser pessimista. Então, tudo se resume as outras pessoas, eu suponho que temos que cuidar das outras pessoas. Esse negócio de religião está enlouquecendo agora, com o Egito e tudo mais. Sunitas contra Xiitas, os Palestinos contra Israel. Não tem fim. E está começando na África, sabe, como na Somália. Parece que eles nunca aprendem. Quero dizer, porque não podemos apenas viver em paz? Eu consegui fazê-lo.

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Post de 23 de abril de 2017


Sobre Alessandro Eduardo

Encontrou o caminho aos 9 anos, quando adquiriu CREATURES OF THE NIGHT, do KISS. Mas o caminho foi tortuoso, teve que vender garrafas de champanhe vazias, pedir dinheiro aos tios e tias para comprar o disco. Pois seus pais não iriam dar, por se tratar de música do demônio. 40 anos, casado com uma diva, chamada Diva, três maravilhosos filhos e dois cachorros. 31 anos de rock, pop, thrash, glam, heavy, hard, soul, funk, blues, jovem guarda e afins. Enjoy the silence!

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