Paul Stanley: "Se chegar a isso, eu sou o Kiss"
Por Nacho Belgrande
Fonte: Playa Del Nacho
Postado em 15 de abril de 2014
A revista estadunidense PASTE conversou com o frontman do KISS, PAUL STANLEY, no fim da semana passada, conversa que gerou uma ramificação bastante diversa de tópicos abordados. Dentre eles, Stanley ressaltou sua importância para a existência passada, atual e também futura do grupo. O que segue abaixo é um pequeno trecho traduzido para o português da sessão.
Paste: Tanto você como Gene já disseram que tanto ACE como PETER são importantes para a fundação do KISS. Mas onde você acha que a banda estaria hoje em dia se eles não tivessem aceitado fazer a reunião em 1996? Quero dizer, eles obviamente tinham muito a ganhar também.
Stanley: Eu teria que dizer que não estaríamos onde estamos hoje. Voltar daquele modo nos permitiu reclamar aqueles quatro personagens icônicos e seguirmos dali em diante. Então a reunião foi muito importante. Com certeza.Foi a base sobre a qual retomamos nosso legado.
Paste: Você acha que o Kiss ainda estaria aqui caso ela não tivesse ocorrido?
Stanley: O Kiss sempre vai estar por aqui, porque, se tiver que chegar a isso, eu sou o Kiss. Não digo isso com desrespeito a Gene. No fim das contas, significa que não importa o que qualquer um faça, eu seguro essa banda e a manterei marchando.
Paste: Eu acho que muitos fãs do Kiss entendem que, sem Paul Stanley, não há Kiss. Gene aceita isso? [risos] Quer dizer, ele agradece a você por isso?
Stanley: Ah sim, ele reconhece isso provavelmente mais do que nunca, porque eu acho que ele está mais à vontade consigo mesmo. Eu de fato acredito que ao se casar e olhar para seu passado, vendo o porquê de ele ser como é, o tornou mais aberto a admitir isso, o que é ótimo.
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