Slash: comentando processo de produção de novo disco
Por Fernando Portelada
Fonte: Blabbermouth
Postado em 29 de maio de 2014
Slash confirmou "World On Fire" como o título de seu novo álbum solo sob o selo Slash, e o disco sai em 15 de setembro. O músico e sua banda, MYLES KENNEDY & THE CONSPIRATORS, gravaram 17 músicas para o sucessor de "Apocalyptic Love". Entre estas faixas ele gravou "Shadow Life", "Automatic Overdrive", "Wicked Stone", "30 Years To Life", "Bent To Fly", "Battleground e a faixa título, que também serve como primeiro single.
Em entrevista com o Music Radar sobre o novo CD, Slash disse: "Eu escrevi a maioria das músicas quando eu estava em turnê com ‘Apocalyptic Love’. Você sabe, simplesmente sentado nos camarins e em um quarto de hotel por um ano, eu acumulei essas ideias. Então em setembro [2013], eu sentei e vi tudo que eu tinha gravado em meu telefone e escolhi umas 20 ideias diferentes e então nós fomos para pré-produção em outubro e começamos a fazer jams. Nós estivemos lá por alguns meses, no estúdio Mates em Los Angeles. Houve todo esse processo e uma vez que as músicas estavam ensaiadas, nós trouxemos o produtor Mike Baskette. E nós começamos outra fase, passando um pente fino em tudo e completando os arranjos. Myles chegou e começou a trabalhar em seus vocais... e nesse momento nós estivemos prontos com tudo e estávamos prontos para sair. Foi um processo muito rápido no estúdio."
Ele continua: "A única coisa sobre este disco é que é quase como se eu mesmo o estivesse escrito, teve muito pouco esforço. E isso acontece bem raro, quando há uma certa energia que carrega o processo criativo e é quase como se você não estivesse mais em controle de você mesmo e você simplesmente vai com a onda. É assim que foi feito o disco. Não consigo pensar em outras influências além de seguir esse fluxo criativo."
Slash também falou sobre a química musical entre ele e seus companheiros de banda: "Eu acho que basicamente todos são ótimos músicos de Rock and Roll. Eles são reais músicos de rock em seu coração – bem no fundo. Então quando nós nos juntamos, nós criamos certas químicas. Nós começamos com certo tipo de química e evoluímos dali. Neste ponto, todos se sentem bem confortáveis sendo eles mesmos. Por exemplo, este é provavelmente um dos melhores discos de Brent [Fitz, baterista] como músico, podendo fazer todas as coisas que ele queria fazer. E o mesmo com Todd [Kerns, baix] e o mesmo para mim, mas ter tantas seções rítmicas significa que realmente temos que colocar umas guitarras fodidas em cima disso. Outra coisa legal é que Mike Baskette foi ótimo. Uma das razões de eu querer trabalhar com ele, é que ele ama guitarras isso é raro [...]."
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