Slipknot: foi difícil achar a maneira certa de honrar Paul Gray

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Por Fernando Portelada, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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O vocalista do SLIPKNOT, Corey Taylor, disse que a banda queria fazer tributo ao falecido baixista, Paul Gray, com o quinto álbum do grupo, ".5: The Gray Chapter", mas teve dificuldades para conseguir o título certo para o CD: "Nós tínhamos um punhado de ideias, e estávamos discutindo como uma banda", contou Taylor à Mistress Carrie, da rádio WAAF, de Worcester/Boston. "E eu e Clown [Shawn Crahan] estávamos conversando... Nós ficávamos no telefone, e era quase como ‘Veja, o que você acha?’ E nós íamos e voltávamos várias vezes até que nos encontramos nos títulos. E ambos relaxamos com uma sensação de ‘É isso. Parece bom, realmente bom'. Porque sabíamos que queríamos fazer uma dedicatória a Paul. Nãos sabíamos como fazer. Nós não tínhamos as palavras exatas até que sentamos juntos e começamos a conversar, até realmente chegar ao ponto onde já sabíamos o título."

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De acordo com Tayor, as letras em ".5: The Gray Chapter", lidam com várias emoções, incluindo a negação e aceitação que ele e seus companheiros sentiram nos quatro anos dede que Gray foi encontrado morto em um hotel em Iowa após acidentalmente ter uma overdose de morfina e Fentayl.

"De um ponto de vista lírico, eu sabia que teríamos um punhado de músicas sobre Paul", disse Corey. "Porque sentimos sua falta, e nós o amamos. Mas eu também sabia que para contar isso corretamente, nós teríamos que sair de um ponto de vista muito emocional, e isso significaria encarar sentimentos de tudo que passamos nos últimos quatro anos, seja culpa, raiva... Porque há uma progressão natural que você passa antes de alcançar o ponto de aceitação. E não existe na verdade ninguém para lhe ensinar a passar por isso. E, de fato, nessa banda, nós nem mesmo falamos sobre isso até que chegarmos no estúdio. Quero dizer, mesmo na estrada, nós estávamos meio que abaixando nossas cabeças para passar por isso, fazendo o que podíamos uns pelos outros, mas até que chegamos no estúdio, até que alguns dos caras começaram a ler o que eu escrevi, nós não tínhamos falando sobre isso, sobre o que tínhamos passado de forma individual. E então, quando fizemos isso, tudo se abriu tanto para nós que se tornou uma música sem medo, porque todos sabiam que estávamos nos ajudando mutuamente. Há algumas músicas sobre isso lá também. Algumas das músicas foram escritas no estúdio, então há toda essa dor, mas ao mesmo tempo é porque você está passando por essa montanha russa de emoções e está tentando lidar com elas até que você, basicamente, entra em resignação, um ponto onde você para de tentar segurar e deixa fluir, e foi isso que aconteceu.




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Sobre Fernando Portelada

25 anos, Blogger, Podcaster, Gamer, Leitor de Quadrinhos, Ouvinte de Rock, Jornalista, e chato acima de tudo. Ouviu Imaginations From The Other Side do Blind Guardian aos 13 anos, emprestado por um amigo de escola. Ainda é um de seus álbuns preferidos.

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