Richie Faulkner: novos solos ainda são mais complicados ao vivo
Por Fernando Portelada
Fonte: Blabbermouth
Postado em 06 de outubro de 2014
Em uma nova entrevista com a Glide Magazine, o guitarrista do JUDAS PRIEST, Richie Faulkner, que juntou-se à banda em 2011, substituindo K.K. Downing, foi perguntando como ele injetou sua personalidade nas partes de K.K. sem muda-las completamente:
"Sempre foi parte de meu estilo", disse. "Eu costumava tocar vários shows cover em Londres, e ainda faço isso quando tenho a chance. E parte de tocar covers, é que você meio que tem que ser respeitoso com as partes que todos conhecem e associam com essas músicas. Então você tem que ser ao mesmo tempo respeitoso, mas você tem que improvisar um pouco. Você tem que colocar sua marca nelas. Você tenta fazer coisas diferentes e deixar tudo mais excitante. E eu acho que por causa dessa filosofia que eu sempre tive, acho que é uma transição natural, de uma de minhas influências, como ele, para algo que eu faço. É assim que eu abordo o trabalho, na verdade. Há certas coisas que eu acho que devem permanecer, certas melodias e coisas que todos conhecemos. E há um pouco de licença artística para chegar lá e fazer o seu trabalho. E também temos as músicas novas, coisas que eu criei, eu vou fazer o mesmo. Tem coisas lá que eu vou fazer diferente ao vivo e eu acho que mantém o trabalho ainda animador para o músico e para a plateia também. Isso é parte do meu estilo e eu acho que peguei isso dele."
Faulkner também falou sobre a música mais complicada do PRIEST para aprender assim que chegou o grupo: "Eu não se ‘complicada’ seria a palavra certa, mas definitivamente ‘Victim Of Changes.’" Disse. "Foi uma grande música para meu predecessor, K.K. Downing. Foi um de seus solos mais conhecidos. Era um dos momentos do set onde ele brilhava, entende? Então, você tem que ter respeito e manter isso, e também fazer de sua própria maneira Você tem que manter respeito e fazer o seu dever para aquilo que veio antes. Ele era um grande herói para mim e eu tenho que manter essa responsabilidade. Então, com este ponto de vista, e eu estou com a responsabilidade agora. Partindo deste ponto de vista, era um momento bem focado, manter isso e colocar minha própria marca, mas é um prazer tocar esses solos e essas grandes partes de minha herança musical, e também para criar novos agora, para sair e tocar ao vivo. Alguns dos novos são bem mais complicados de tocar, porque são novos e ainda tenho que descobrir o que funciona melhor em um cenário ao vivo, há essa dinâmica também. Mas é tudo criativo, é tudo inspiração."
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Os 5 álbuns obrigatórios para se ter uma boa base na música, segundo Regis Tadeu
System of a Down e Faith No More farão show no Maracanã em janeiro de 2027
Guitarrista do Rush, Alex Lifeson conta por que parou de fumar maconha aos 72 anos
O melhor disco do Scorpions, segundo o guitarrista Rudolf Schenker
As três músicas do AC/DC escolhidas por Brian Johnson entre as suas favoritas
Sid Wilson faz primeira manifestação sobre saída do Slipknot
A música do Kiss que Ace Frehley gravou sozinho sem deixar Gene Simmons por a mão
Abbath encerra show após meia música em festival finlandês
"Foi um erro", diz Scott Ian (Anthrax) sobre demissão de Joey Belladonna nos anos 1990
Nergal está tocando sem o Behemoth porque a própria banda ficou cara demais
A música do Titãs com Andreas Kisser na guitarra e Iggor Cavalera na bateria
O disco "perfeito" que é o melhor do Morbid Angel, segundo a Metal Hammer
A banda dos anos setenta que Neil Peart nunca se cansou de ouvir; "músicos muito competentes"
As 10 melhores e mais influentes capas do rock, segundo a Ultimate Classic Rock
Por que Ritchie Blackmore decidiu tocar com o Deep Purple, segundo o próprio
Mick Taylor sobre Rolling Stones: "Não conseguia acreditar como eles soavam mal"
O clássico do Metallica que James Hetfield diz ser a "Paranoid" de sua banda
Jack Black e a banda odiada por muitos, mas que ele diz ser a maior da história do rock



De Pretenders até Judas Priest, os 20 melhores discos de 1980, segundo a Louder
As 50 melhores músicas do Judas Priest, segundo a Louder
O clássico do Judas Priest em que Rob Halford alcançou a nota mais alta da carreira
Os 10 melhores álbuns dos anos 1980, segundo Regis Tadeu
5 músicas que ficaram famosas por motivo diferente daquele imaginado pela banda
O álbum do Judas Priest que não fez sucesso no lançamento, mas virou um clássico
O disco do Judas Priest que Dave Mustaine considera uma das maiores obras do heavy metal
5 músicas de metal que todo mundo conhece, mas quase ninguém sabe do que falam
Rob Halford encontrou a fé depois que parou de beber e usar drogas
Os 10 maiores álbuns de heavy metal da história, segundo Ozzy Osbourne
Derrick Green, do Sepultura, elege seus 10 vocalistas preferidos do Heavy Metal
Hall Of Shame: as melhores músicas ruins da história do Metal



